quinta-feira, 30 de junho de 2011

Arqueólogos acham 'caixão' de família que julgou Jesus Cristo


Sebastian Scheiner/Associated Press
Funcionário da Autoridade Israelense de Antiguidades mostra inscrição em ossuário
Funcionário da Autoridade Israelense de Antiguidades mostra inscrição em ossuário


Arqueólogos israelenses confirmaram a autenticidade de um ossuário (caixa usada para guardar ossos depois da fase inicial de sepultamento) pertencente à família do sacerdote que teria conduzido o julgamento de Jesus.
A peça, feita em pedra e decorada com motivos florais estilizados, data provavelmente do primeiro século da Era Cristã -tem, portanto, uns 2.000 anos.
A inscrição no ossuário, em aramaico (“primo” do hebraico, língua do cotidiano na região durante a época de Cristo), diz: “Miriam [Maria], filha de Yeshua [Jesus], filho de Caifás, sacerdote de Maazias de Beth Imri”.
O nome “Caifás” é a pista crucial, afirmam os arqueólogos Boaz Zissu, da Universidade Bar-Ilan, e Yuval Goren, da Universidade de Tel-Aviv, que estudaram a peça.
Afinal, José Caifás é o nome do sumo sacerdote do Templo de Jerusalém que, segundo os Evangelhos, participou do interrogatório que levaria à morte de Jesus junto com seu sogro, Anás.
Não se sabe se Miriam seria neta do próprio Caifás bíblico ou de algum outro membro da família sacerdotal. O ossuário, no entanto, liga a parentela à casta de Maazias, um dos 24 grupos sacerdotais que serviam no Templo.
O governo israelense diz que o ossuário estava nas mãos de traficantes de antiguidades, impedindo o estudo de seu contexto original.
Fonte: Reinaldo José Lopes, Folha

sábado, 25 de junho de 2011

"Pastor" faz "macumba gospel" no endereço errado!

“É n’Ele” – Letra e Música de Stênio Marcius

“É n’Ele” – Letra e Música de Stênio Marcius



É nEle que nos movemos
Vivemos e existimos
É nEle, é nEle
Se amo, falo, choro ou canto
É nEle que tudo acontece
É nEle, é nEle
Batidas do meu coração
Dependem desse Maestro
E até o ar que eu respiro
É Ele mesmo quem me dá
Em volta da mesa com os meus
Celebro com vinho a vida
É Ele quem dá gosto a tudo
Com Ele a alegria sempre está

É nEle que eu descanso
Pois sei em Quem tenho crido
É nEle, é nEle
Fui salvo por Sua Graça
Eu trago comigo esta glória
É nEle, é nEle

Arrasto por onde vou
Correntes de amor eterno
E grito ao universo inteiro
Quem dEle vai me separar?
Silêncio na terra e no mar
Silêncio nos mundos distantes
Pois nada me arranca dos braços
D'Aquele que me amou primeiro

Mais uma composição primorosa do amado Stênio Marcius, registrada em seu mais recente CD “Beleza do Rei” (ouça um trecho da música acima, de outras do CD e compre aqui). Ela vai de encontro às “teologias humanistas” que têm atacado a igreja nestes dias, onde as palavras de ordem e decretos têm sido chamadas de verdadeiras expressões de fé, onde as pessoas são iludidas em achar que sua oração é que move a mão de Deus. Tempos onde a salvação é conquistada e as bênçãos são conseguidas por esforço. Onde a graça tem sido confundida com permissão para pecar. Dias em que até o poder do Soberano Senhor e seus atributos têm sido subestimados. Trata-se de uma letra com sólido fundamento bíblico e riquezas melódica e harmônica, na simplicidade de violões e flauta. O CD é arranjado pelo primoroso Silvestre Kuhlmann, exceto a música destacada aqui "É n'Ele", assinada por Diego Venancio.

A idéia da canção é baseada num trecho do conhecido discurso de Paulo em Atenas: Atos 17:28 - pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos vossos poetas têm dito: Porque dele também somos geração. Esse texto inspirado foi composto a partir de duas citações de poetas gregos. Do primeiro, Epimênides (600 a.C.), Paulo usa a parte final do poema que descreve o discurso que Minos, filho de Zeus, fez em sua homenagem, na ocasião de sua morte: “em ti nós vivemos e nos movemos e temos nosso ser”. Do segundo, faz uso de uma pequena parte e uma poesia de Arato de Soles (315–240 a.C.), da Cilícia, na Ásia Menor, intitulada Phainomena, escrita em homenagem a Zeus: “...porque na verdade somos sua descendência”.*

Claro que Paulo conhecia o contexto dessas frases e sabia que ambas exaltavam a Zeus. Mas pinçando-as e alocando-as no contexto de sua pregação no Areópago, Paulo dava uma “tapa com luvas de pelica” em seus ouvintes. Ele estava consolidando o que já vinha tratando nos versículos anteriores acerca do poder do Deus verdadeiro que criou e sustenta a vida, demonstrando que os poetas estavam certos em suas colocações, mas equivocados quanto ao verdadeiro agente propulsor de todas as coisas e que do nada gerou a vida.

É interessante refletir um pouco sobre a estratégia de Paulo com o uso dessas citações em Atos 17.28: 1. Estava “antenado” com a cultura de seu tempo; 2. Mostrou-se sensível e compadecido com aquele povo, cuja idolatria expressava a aflição de cegos em busca de Deus; 3. Reconheceu que a verdade de Deus está presente em toda a sua criação e por isto não viu dificuldade em usar citações de poetas pagãos como auxílio na exposição do evangelho; 4. Abriu mão de uma citação direta do Antigo Testamento, visando alcançar e manter a atenção de seus ouvintes; 5. Ao fazer citações de poetas conhecidos de sua audiência, Paulo não os relaciona a Zeus, mas ao “Deus desconhecido”, que ainda estava oculto para eles. Quando se usa elementos da cultura para uma “ponte” à evangelização, deve-se ter o mesmo cuidado de Paulo, conforme demonstrado neste último item.

Em sua pregação, Paulo destacou que nada o homem pode fazer a não ser que Deus o faça. O que somos e fazemos, dependem dele! Pobre do homem que acha que pode algo. Coitado daquele que não tem mais fé que é Deus que move e sustenta tudo o que há. Desgraçado daquele que pensa que Deus está limitado aos seus fracos limites.

Stênio Marcius desenvolveu Atos 17.28 em sua música com brilhantismo e genialidade, demonstrando as implicações de viver, existir e nos mover Nele, que rege as batidas do meu coração, tal qual um maestro que sabe quando a música começa, quando terminará, seu tom e toda sua dinâmica (Salmo 139.16); que me dá o ar para respirar e a alegria para festejar com meus amigos (Salmo 4.7); que é poderoso para sustentar a minha salvação, já que veio por sua graça e nada poderá me arrancar das mãos daquele que me amou primeiro (Efésios 2.8; Romanos 8.35-39; João 10.29; 1 João 4.19). Nele, além de, viver, mover e existir, posso encontrar descanso na plenitude de seu poder (Salmo 91.1).

Precisamos nos cercar de músicas que tratem com essa seriedade a riqueza das Escrituras e que explorem sua profundidade com compromisso. O Stênio tem sido um desses homens que Deus tem comissionado a, nesse espírito, levar a sua Palavra em forma de canção. Que Deus lhe conceda tantas outras mensagens cantadas.

Por: Heleno Filho
Fonte:
Blog Arteejubilo

*Informações baseadas no Comentário de Atos, do Dr. Simon Kistemaker.


Esperança em tempos de desesperança


Cristo em vocês, a esperança da glória. Colossenses 1.27


O filósofo Immanuel Kant disse que uma das três perguntas básicas da vida é: O que devemos esperar? Ele tinha razão.

O século 20 começou otimista. A suposição dominante era que todos somos basicamente bons e sábios, e o avanço da civilização cristã logo instalaria o reino de Deus (entendido como solidariedade universal) como uma realidade global. Um periódico chamado The Christian Century foi fundado para divulgar estas esperanças e registrar o cumprimento delas. O periódico ainda existe, mas seu título agora parece tristemente absurdo.

Quando começou o terceiro milênio, muitas pessoas atentas entraram no século 21 com medo em vez de esperança, perguntando-se até onde iria a decadência do Ocidente tão educado, rico e tecnologicamente equipado, e que tipo de mundo aguarda os nossos netos.
O que virá em seguida? Não há nada de bom a esperar? Há, mas temos de buscar esta boa esperança fora do processo sócio-político-econômico. Deus, o Criador, que nos fez, que nos sustenta e que conhece os nossos corações, nunca pretendeu que os seres humanos vivessem sem esperança.

Para refletir: Leia cuidadosamente Colossenses 1.24-29. O que o texto diz que pode inspirá-lo a viver em esperança mesmo em um mundo pós-cristão?

Retirado de O Conhecimento de Deus Ao Longo do Ano (Editora Ultimato, 2008)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Dos sonsos, brincalhões, mais-que-perfeitos, esquecidos e do tubinho de corretivo

"Não me arrependo de nada." -- respondeu certa celebridade, em entrevista a um programa de TV sensacionalista, ao ser perguntada se acaso se arrependia de algo em sua vida. Talvez eu não tivesse me importado tanto se a entrevistada não apregoasse ser "evangélica" e não tivesse uma vida artística indecente e cercada por polêmicas desde antes de sua "conversão". A inquietação que surgiu na hora me trouxe várias perguntas: 
  • Que mensagem alguém assim estaria transmitindo? 
  • Que imagem do evangelho um indivíduo não evangélico teria ao ver esta entrevista? 
  • O que levaria uma pessoa que se diz "evangélica" a afirmar que não se arrepende de nada em sua vida? 
  • Será que tal pessoa realmente entendeu as boas-novas (que devemos nos arrepender de nossos pecados e crer em Jesus Cristo para sermos perdoados por Deus - Atos 3.19; 4.12) e teve um encontro real com Jesus? 
  • Saberia ela o que é ser amada, perdoada e recebida de braços abertos por um Deus justo, santo e perfeito? 
  • Conheceria o significado da palavra graça (favor de Deus)?

Na certa, ninguém afirmaria "eu sou perfeito" ou "eu nunca erro"... seria absurdo. Mas se dizemos que não pecamos e que não temos de que nos arrepender, fazemos de nós mesmos mentirosos e incoerentes (1 João 1.6-8), pois é como se disséssemos que estamos em pé de igualdade com Deus em sua perfeição e santidade e que nada devemos a Ele.

Ao falarmos de conduta cristã, não devemos tomar como padrão a opinião pública ou o politicamente correto, mas a palavra de Deus. E esta nos diz que todos falhamos e fomos reprovados aos olhos de Deus, e que somos desesperadamente carentes da redenção e do perdão divinos, que se encontram somente por meio de Jesus Cristo (Romanos 3.10,12,23-24).

Creio que seria fácil condenarmos imediatamente alguém que segue um estilo de vida indecente, pecaminoso e cheio de vicios, pois facilmente nos veríamos como pessoas não tão ruins apenas por não comungarmos especificamente dos mesmos erros. Mas Jesus não pensa da mesma forma: o resumo de sua mensagem a todos é: "O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho" (Marcos 1.15; veja também Lucas 13.1-3). Porque todos pecamos, e apenas um pecado é suficiente para condenar-nos diante de Deus (Romanos 3.10, Tiago 2.10).

Assim, para chegarmos a Ele e obtermos seu perdão, devemos deixar nossos pecados. E, se deixamos nossos pecados um dia, crendo que eles foram pagos por Jesus, e que, agora, libertos deste peso, somos livres para vivermos para Deus, por que diríamos depois que não nos arrependemos de nada? Bizarro!

Nosso orgulho muitas vezes faz com que, mesmo tendo sido regenerados, em alguns momentos de nossa existência, façamos pouco caso de nossos pecados, como se eles não tivessem importância. Mas foi precisamente por causa deles que Jesus derramou sua vida na cruz, tornando-se o sacrifício perfeito que pagou a pena que merecíamos por cometê-los (Romanos 5.6-8).

O pecado habitual nos torna insensíveis e leva a uma certa "amnésia" em relação ao primeiro amor entre nós e Deus. Precisamos estar atentos para isso, a fim de evitarmos que Ele tenha que chamar nossa atenção de forma mais enérgica. Porque Deus castiga aos filhos que ama, e tudo fará a fim de que possamos andar em comunhão e santificação junto de Si (Apocalipse 2.5).

Jesus ordena urgentemente que nos arrependamos. E não podemos nos valer de pretextos e nem nos deixar iludir por quem transmite um evangelho diferente, seja com suas palavras ou com seu exemplo (Gálatas 1.8-9). Como podemos menosprezar o arrependimento, nós que passamos por ele quando conhecemos o amor do Mestre outrora? Como podemos negar nossa fé assim? Não importa o que digam por aí, a Bíblia é muito clara em afirmar que sem santidade ninguém verá a Deus, e santidade não pode haver onde o pecado se torna constante e subestimado (Hebreus 12:14).

Uma vez brinquei com uma colega de trabalho, a qual me perguntou se eu tinha um tubinho de corretivo para emprestá-la, porque ela tinha errado escrevendo de caneta. Eu lhe respondi: "Não, não tenho. Corretivo é para quem erra." -- Brinquei, claro. E nós rimos muito. Mas tem gente por aí que fala isso sério!
Por Avelar Jr.
Também publicado no Não, obrigado!

terça-feira, 7 de junho de 2011

Alunos do Acre são obrigados a ver os vídeos do “kit gay”


De acordo com o jornal AGazeta.net do Acre os alunos das escolas públicas da capital Rio Branco estavam sendo obrigados a assistirem os vídeos do chamado “kit gay” que já foi proibido pela presidente Dilma Rousseff.

A denúncia veio por parte dos estudantes que disseram que a direção da escola Armando Nogueira trancava os alunos dentro da sala para que ninguém saísse durante o filme. Os pais também reclamaram e essa polêmica chegou até a Assembleia Legislativa onde os deputados evangélicos resolveram se manifestar.

Os parlamentares ficaram ainda mais indignados ao saber que, apesar de proibidos nos outros estados da federação, os vídeos continuaram a ser exibidos para os estudantes acreanos porque a ação faz parte de um plano piloto em execução em Rio Branco e em Recife.

“Isso é crime. Quer dizer que estão usando nossas crianças como cobaias”?, reclamou a deputada Antônia Sales (PMDB).

O secretário Henrique Corinto, da pasta de Justiça e Direitos Humanos foi convocado pela bancada evangélica e após a conversa declarou suspensa a exibição dos vídeos nas escolas da rede pública da capital.

O assunto gerou polêmica porque em primeiro lugar o kit do Ministério da Educação ainda não tinha sido aprovado, de acordo com o próprio ministro Fernando Haddad. E em segundo lugar por já ter sido vetado pela própria presidente.

Fonte: Gospel Prime

As tentações


Então Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. Mateus 4.1

Jesus saiu direto das águas do Jordão para o deserto da Judéia, onde foi impiedosamente tentado pelo demônio. O ataque se deu duas formas.

Primeiro veio um ataque à sua identidade, sobre quem ele era. As palavras de seu Pai ainda estavam soando em seus ouvidos — “este é o meu Filho” — quando a voz do céu foi desafiada por uma voz do inferno. O Diabo zombou dele: “Se és o Filho de Deus...” (v. 6), querendo dizer que ele não o era. Foi uma tentativa deliberada de semear na mente de Jesus as sementes da dúvida. Para combatê-las, Jesus deve ter repetido constantemente a si mesmo as palavras do Pai: “Este é o meu Filho”. Ainda hoje o Diabo tenta solapar nossa identidade como filhos de Deus, pois ele é diabolos, o caluniador. Devemos tapar nossos ouvidos a ele e escutar as grandes afirmações e promessas de Deus na Escritura.

O segundo ataque do demônio foi contra o ministério de Jesus, contra aquilo que ele havia vindo fazer no mundo. Vimos ontem que a voz celestial identificou Jesus não apenas como Filho de Deus, mas também como servo de Deus, que sofreria e morreria pelos pecados de seu povo. Mas o Diabo propôs outras opções menos custosas. Por que não ganhar o mundo satisfazendo sua fome, por meio de uma exposição sensacional de poder, ou fazendo um acordo com o Diabo — em cada um desses casos evitando a cruz? O Diabo adora nos persuadir de que os fins justificam os meios.

Jesus recusou ouvir a voz do demônio. Imediata, instintiva e veementemente ele rejeitou cada uma das tentações. Não havia necessidade de discutir nem de negociar. A matéria já havia sido estabelecida pela Escritura (“está escrito”). Todas as vezes ele citou um texto apropriado de Deuteronômio 6 ou 8. Ainda hoje há uma confusão de vozes. O demônio fala através da cultura secular que nos cerca, e Deus fala por intermédio da sua Palavra. A quem escutaremos? É por meio de nossa disciplina persistente da leitura da Bíblia que permitimos que a voz do Diabo seja sufocada pela voz de Deus. “Resistam ao Diabo, e ele fugirá de vocês” (Tg 4.7).

Leitura recomendada: Mateus 4.1-11

Retirado de A Bíblia Toda, O Ano Todo (Editora Ultimato, 2007)

sábado, 4 de junho de 2011

IURD condenada: idosa foi chutada por auxiliar de pastor durante culto

Rio de Janeiro A Igreja Universal do Reino de Deus em Rio das Ostras (RJ) terá de indenizar a aposentada Edilma Alexandre de Oliveira em R$ 51 mil por agressão. Em agosto de 2004, Edilma, na época com 71 anos, levou um chute de um auxiliar de pastor dentro do templo e foi lançada a uma distância de três metros. Ela sofreu fratura na perna com lesões irreversíveis.

A idosa passou por duas cirurgias para colocação de parafusos de platina. Ela ficou impossibilitada de fazer serviços domésticos e os doces que vendia para ajudar no sustento. O advogado Francisco Afonso da Silva Carvalho disse que sua cliente está adoentada e que provavelmente não voltará a andar. "Ela foi convidada por uma amiga. No dia tinha a chamada sessão do descarrego. Ao seu lado sentou um homem que, ao receber algum tipo de espírito, acabou atingindo sua perna", explicou.

Em sua defesa, a igreja reconheceu que o evento aconteceu em suas dependências, "lugar que se destina a práticas espirituais que deixam, muitas vezes, os fiéis fora de si e, portanto, com possíveis comportamentos de violência, movidos pela delirante força para neutralizar atuações pretensamente demoníacas".

Extraído do Diário do Nordeste

Comentário de Avelar Jr.: o pior de tudo (como se tudo aí já não fosse suficientemente absurdo) é que a "empreja" foi condenada a ressarcir o dano e recorreu. Lógico que recorreu não para não ter que pagar a indenização devida, mas porque, perdendo o processo, essa derrota poderia se tornar um precedente para decisões judiciais uniformes, no sentido de que todos os que fossem agredidos e sofressem danos nas dependências da "empreja" viessem a ser indenizados: o que seria um prejuízo financeiro imenso e certo. 

Mas não teria sido menos indigno reconhecer o erro mudar de procedimento?
 
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