quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Estudo comprova que casais que só fazem sexo depois do casamento tem relacionamento e vida sexual mais feliz

Casais que esperam para ter relações sexuais depois do casamento acabam tendo relacionamentos mais estáveis e felizes, além de uma vida sexual mais satisfatória, segundo um estudo publicado pela revista científica Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia.

Pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade de seu relacionamento do que os demais.

As notas para a satisfação com o relacionamento também foram 20% mais altas entre os casais que esperaram, assim com as questões sobre qualidade da vida sexual (15% mais altas) e comunicação entre os cônjuges (12% maiores).

Para os casais que ficaram no meio do caminho – tiveram relações sexuais após mais tempo de relacionamento, mas antes do casamento – os benefícios foram cerca de metade daqueles observados nos casais que escolheram a castidade até a noite de núpcias.

Mais de duas mil pessoas participaram da pesquisa, preenchendo um questionário de avaliação de casamento online chamado RELATE, que incluía a pergunta “Quando você se tornou sexualmente ativo neste relacionamento?”.

Religiosidade

Apesar de o estudo ter sido feito pela Universidade Brigham Young, financiada pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon, o pesquisador Dean Busby diz ter controlado a influência do envolvimento religioso na análise do material.

“Independentemente da religiosidade, esperar (para ter relações sexuais) ajuda na formação de melhores processos de comunicação e isso ajuda a melhorar a estabilidade e a satisfação no relacionamento no longo prazo”, diz ele.

“Há muito mais num relacionamento que sexo, mas descobrimos que aqueles que esperaram mais são mais satisfeitos com o aspecto sexual de seu relacionamento.”

O sociólogo Mark Regnerus, da Universidade do Texas, autor do livro Premarital Sex in America, acredita que sexo cedo demais pode realmente atrapalhar o relacionamento.

“Casais que chegam à lua de mel cedo demais – isso é, priorizam o sexo logo no início do relacionamento – frequentemente acabam em relacionamentos mal desenvolvidos em aspectos que tornam as relações estáveis e os cônjuges honestos e confiáveis.”

Fonte: Pavablog

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Valadete fala que Ana Paula Valadão é maior que Lady Gaga

Até que ponto vai a idolatria de um fã pelo artista? E quando esse fã e esse artista são do meio gospel? Veja com seus próprios olhos.


E não para por aí. Continua...


E aí, qual sua opinião?

Thiago Matso do Profetirando. Que não acha isso tudo da Ana Paula Valadão

sábado, 25 de dezembro de 2010

QUEM VAI CONTAR A HISTÓRIA DO MENINO-DEUS?


De como os evangélicos vão ficando cada vez menos humanos e trabalham sem saber para a desevangelização do Brasil

Satanizaram o Natal. Me parece até surreal quando vou a igrejas, e a sites evangélicos, e não se faz nem uma referência ao Natal sequer, nem se tem um culto de celebração dia 24, ou 25 parte da tradição cristã há tantos séculos. Às vezes não acredito, me belisco, penso, não, esta doença vai passar, mas que nada, se alastra mais e mais. Mesmo os cristãos que contra a corrente mandam seus cartõezinhos, se sentem no dever de nos exortar contra o comercialismo, contra os presentes, no meio de votos tímidos de felicidade e feliz ano novo. Quando encontro um irmão na rua e desavisadamente comprimento com um animado: “Feliz Natal!” Eles me olham como se estivesse falando uma heresia, ou num ar condescendente explicam que já não estão mais neste mundo e que Cristo nasce todo dia....

Tradições religiosas como o Natal tem o papel de reforçar valores sociais comuns. Enquanto no carnaval e no reveillon, a tradição é subverter valores, se esbaldar, praticar o impraticável durante o resto do ano, por isto são chamados por Roberto Damatta, antropólogo brasileiro de “ritos de inversão”, na festa do Natal principalmente os trabalha para reforçar os valores positivos. Natal é a festa da família, de comer juntos um peru, de decorar a árvore ou o presépio, de cantar hinos, de se presentear os amigos, os familiares, de dar gorjetas maiores, de pensar nos que estão distantes. Nesta época Holywood lança inúmeros filmes sobre pais e filhos, pais desnaturados com valores errados, que de alguma forma perderam a noção do que é importante, e nesta época se encontram com algo que “os converte” novamente à família. Nesta época até os sem religião ficam com os olhos marejados diante de um presépio bem feito, ou dos garotos cantando canções natalinas nas janelas do HSBC em Curitiba.

Boicotar as festas cristãs mais importantes como o Natal e a Páscoa é boicotar-se a si mesmo, perder uma boa oportunidade para falar de Cristo, abraçar pessoas, espalhar fraternidade e carinho numa época em que as pessoas se voltam automaticamente umas para as outras. Nossa vida em sociedade é feita de ritos, tradições e heranças simbólicas. Estes crentes anti-natal, dominados por um zelo místico e sem respaldo bíblico querem renegar todas suas tradições culturais, até as mais inofensivas.

Ritos de reforço são tão necessários quanto ritos de inversão. Não é porque nos convertemos que deixamos de ter cultura. Continuamos a ter necessidade de reforçar socialmente o que acreditamos. Ironicamente a falta do Natal, junto com a demonização de certos símbolos cristãos como a cruz, continuou tendo este mesmo fim social. Se tornaram os “desritos” que reforçam a separação evangélica do mundo. Mas porquê se tornaram necessários artifícios sociais como estes, se a nossa cultura cristã quando puramente bíblica já nos “marca” automaticamente com uma diferença moral, já nos banha como o hissopo da conversão do caráter que tem não tem paralelo a nenhuma outra experiência humana? A mudança de caráter, a conversão de valores é segundo Jesus (Jo17) e deveria continuar sendo a maior marca que torna os cristãos conhecidos não importa a cultura, os ritos que praticam ou deixam de praticar, a freqüência ou não na igreja.

Infelizmente o sincretismo moral tomou conta da igreja. Pregamos nos nossos púlpitos do mesmo jeito que se prega nas palestras de auto-ajuda nos auditórios de hotéis. Você pode, você merece, você tem direito. Estamos debaixo da soberania do eu, da tirania da felicidade egoísta. Se distribuem riquezas, beleza, orgasmos múltiplos, alegrias festivas nos púlpitos, numa supercialidade que nos faz duvidar que Jesus morreu na cruz, mas deve ter acendido aos céus numa almofada cor de rosa.

O Natal vai sim se tornar uma festa cada vez mais pagã. Vai se falar mais em trenós, duendes e renas, neve (mais uma estupidez nossa, europeus dos trópicos) e cada vez menos no nascimento de Jesus, porquê nós não vamos estar presentes no cenário cultural geral para salgar nada. Vamos ignorar a importância da história mais recente, super-valorizando uma origem pagã datada de milhares de anos atrás.

Nosso cristianismo vai se tornar apenas uma experiência mística vazia, ao invés de uma realização do fato mais importante da história da humanidade, o nascimento do criador em forma de homem. Fato constado historicamente, documentado, materialmente fisicamente e culturalmente real num dia específico da história humana. Um dia ele nasceu, não sei se em setembro, novembro ou dezembro, a acuracidade do mês e do dia não importa tanto quanto o evento. Um bebê humano em toda sua fragilidade, chorou ao ser parido por uma mãe humana. Mas nele havia o DNA divino. Nele estava contida toda a plenitude da divindade, numa maneira que nossa mente limitada não alcança entender. Ele era Deus mas não teve por usurpação o ser igual a Deus, mas antes tomou a forma de servo e seguiu até a morte na cruz.

Nascer, viver, morrer e ressucitar de uma maneira divina, no entanto humana foi sua mensagem principal. Eu os amo, amo a ponto de me encarnar, de me limitar à sua humanidade, de me tornar criatura, eu o Criador, e assim ensinar-lhes como viver. E assim marcar a história humana com um AC DC. E assim me tornar o autor da maior transformação que a humanidade já sofreu. Esta história que se repete hoje nas nossas vidas, é verdade que ele “nasce” dentro de nós quando nos convertemos, teve um início.

Só me resta agora lamentar nossa ignorância. Ignorância religiosa, sociológica, cultural. Desprezamos símbolos importantes numa fase em que deveríamos reforçar-lhes o valor. Iludidos por ensinos enganadores, superficiais, que desconsideram tanto a história deixamos de relembrar a humanidade do que ela já sabia, mas está esquecendo.

Só me resta lamentar este evangelicalismo armadilha no qual fomos presos. Não sabemos ser cristãos mais. Tornamos-nos semi-bruxos exotéricos, neo-cristãos-medievais próximos das experiências místicas, mas distantes das verdades históricas profundas. Somos capazes de pregar uma felicidade terrena sem limites, mas incapazes dos sacrifícios morais, incapazes da verdadeira santidade, somos capazes de discriminarmo-nos uns aos outros com base em sutis discrepâncias doutrinárias, no entanto incapazes de amar.

Feliz nada para nós, pobres cristãos sem sal.

Bráulia Inês Ribeiro - está na Amazônia há 25 anos como missionária, é presidente nacional da JOCUM(Jovens Com Uma Missão) e autora do livro Chamado Radical (Editora Atos)


quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

"Pastor" faz o demônio dançar funk e cheirar pó durante o culto

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Nossa sutil hipocrisia


Emil Brunner disse certa vez que, em sua caminhada histórica, a igreja oriunda da Reforma procura automaticamente o engessamento de uma crescente e perene institucionalização, matando o caráter orgânico, vivo e livre da igreja. Brunner identifica o início da institucionalização da igreja quando o apóstolo Paulo normatiza o sacramento da Ceia em 1 Coríntios 11. Discordo do teólogo, pois creio que a semente dessa institucionalização é bem anterior, e pode ser encontrada nos embates travados entre os fariseus e o Crucificado.

Nesses embates, os fariseus, que eram professores da Lei, e que deveriam, por dever de ofício, conhecer as Escrituras, as negam ao reclamarem contra a terrível falha de Jesus em curar num sábado. “Era só o que faltava!”, diziam eles. Em sua sutil hipocrisia, os fariseus da época de Jesus ficavam chateados com a falta de modos do Senhor, que comia sem lavar as mãos, mas não se importaram em corromper um processo jurídico contra ele, ao comprar testemunhas e permitir correr o julgamento no Sinédrio à noite, o que era ilegal à época.

Hoje em dia, a igreja dita evangélica cada vez mais se engessa em seu institucionalismo ensimesmado, se aproximando do sistema religioso farisaico, cada vez mais se distancia da pura fonte de conhecimento de Deus, ou teologia, que é Jesus, e cada vez mais vivencia uma hipocrisia de modo sutil.

Enchemos a boca ao afirmarmos que nossa salvação é pela graça, mas enchemos as pessoas de cargos, sobrecargos e obrigações, que devem ser desempenhados sem pestanejar, para provar que é “um dos nossos” e merecedor da salvação.

Nos alegramos, e até mesmo nos orgulhamos, de nossa herança reformada. Mas, se é verdade que muitos arminianos oram como calvinistas (“Se for da tua vontade, Senhor...”), também é verdade que muitos calvinistas vivem sua vida como perfeitos agnósticos. Afinal, Deus é distante, intangível, inalcançável, portanto vou viver minha vida do meu jeito, sem me importar com isso.

Prezamos a família. Há até ministérios voltados para ela, e grande volume de literatura especializada no tema. Mas o número de divórcios aumenta, a quantidade de maus-tratos contra crianças se torna assustadora (sem contar os casos de abuso sexual cometidos dentro de famílias evangélicas, por pais, tios, avós ou padrastos), cada vez mais desordens de ordem sexual se tornam presentes, sem que isso seja tratado com coragem, discrição e amor. E sem falar também que, de todas as famílias da igreja, a do pastor é a mais penalizada.

Há muitas camisetas e adesivos de carro que dizem “Jesus te ama”, “Deus é amor”, mas somos frios, distantes, individualistas e cruéis. Não conseguimos expressar esse amor ao homossexual, ao alcoólatra, ao mendigo. Ou ao crente da igreja com uma teologia diferente da nossa, ou mesmo ao católico.

Aliás, somos muito ciosos em relação à pureza da nossa devoção. Falamos contra a crescente mariolatria, como bem apontou Hans Küng, mas temos nossos ídolos, nossos pequenos deuses, nossos altares de adoração abjeta. Enquanto muitos católicos adoram uma figura bíblica que foi instrumento da ação de Deus na história, muitos de nós adoramos homens sem escrúpulo, sem caráter e com uma enorme voracidade por fama, poder e dinheiro. Talvez até mesmo por nos espelharmos neles.

Prezamos a transparência, reclamamos até mesmo disso em relação aos governos. Mas não sabemos o que fazer com aqueles que decidem abrir seus corações, expondo suas fraquezas e sua dependência de Deus. Em um tempo de cultivo de heróis gospel, não soa bem se mostrar frágil.

Prezamos o papel de líder, enquanto Jesus prezava a atitude de servo. Prezamos a vitória e a intrepidez, mas Jesus morreu como um bandido fora da cidade santa, abandonado por todos. Nos espelhamos na esperteza relatada em livros sobre liderança, mas Jesus nos incita à simplicidade infantil. Buscamos metodologias para a igreja crescer, mas nos esquecemos que quem enche a igreja é o Espírito, e qualquer outro crescimento produzido fora dele é puro inchaço.

Em tempos em que as técnicas ditam as normas (como bem disse Won Sul Lee), é anacrônico ser fiel a alguém que não se vê e que nem sempre responde como queremos. Mas somos chamados a este anacronismo, somos chamados para vivermos, como diz o antigo hino, para o Deus dos antigos, o Deus que nos limpa por dentro e nos remove a sutil hipocrisia dos fariseus modernos. O Deus que nos quer íntegros e transparentes. O Deus que nos quer santos.

Rodrigo De Lima Ferreira é pastor da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil desde 1997. Graduado em teologia e mestre em missões urbanas pela FTSA, é autor de "Princípios Esquecidos" (Editora AGBooks).

Site: http://revdigao.wordpress.com

Como criar mantras gospel



Como compor uma música “gospel”:

1.

USE EXPRESSÕES CHOROSAS: sabe aquele tipo de musica que a pessoa diz “de ti dependo”, “sou todo teu”, “tu és minha vida”? Pois bem. Coloque na sua música. Isso causa um efeito e tanto!
2.

Escreva palavras em hebraico: “shekinah”, “yeshua”, “Icabode”... entre outras coisas. Isso tá em alta. Todo mundo gosta e até se arrepia!
3.

Minta pra Deus: Coisas do tipo “deixo tudo de lado para te seguir”, “vim aqui só pra te ouvir”, “nada mais me importa que não seja o teu querer”... Isso então nem se fala, todo mundo ama essas mentiras!
4.

Cite textos fora de contexto: tipo “me dê filhos senão morro”, “nos seus olhos há fogo”, “eu sou do meu amado”, “toque na ponta do altar”... Use e abuse disso, ninguém lê a bíblia mesmo.
5.

Não esqueça que estamos em período de estiagem: Palavras como chuva, Faz chover, chovendo estão na moda hoje e "enriquece" o vocabulário. (Para agradar a um público maior não se esqueça de falar também do fogo! A cada três músicas de água invente sempre uma com fogo! Deve ser por isso que o tal avivamento nunca chega: a chuva apaga o fogo!)
6.

SUPERPODERES: Pegue uma passagem única da Bíblia como, por exemplo, a abertura do Mar Vermelho ou então quando Jesus andou sobre as águas e diga que aquilo vai acontecer de novo, como se Deus ficasse repetindo milagres conforme a humanidade ordenasse! Diga que o fogo não queima, a água não afoga, as quedas não quebram... a graça de Deus é multiforme, mas o povo não está nem aí para saber o que é isso: prefere acreditar em qualquer mentira mesmo!

Texto enviado por e-mail. (Anônimo)

Igreja mundial da "grória" de Deus...

domingo, 19 de dezembro de 2010

Como compor um mantra gospel

Lá do Karapuça. Vista a sua!

Comemoremos: não é o Natal!


Vendo um telejornal esses dias, surpreendi-me quando veicularam uma matéria em que uma pesquisa feita com centenas de brasileiros revelou que o estresse aumenta cerca de 75% nas últimas seis semanas do ano, levando muitas pessoas a beberem mais, fumarem mais e consumirem mais medicamentos. Não tinha percebido esse tamanho estresse de fim de ano até ontem, quando saí de casa para fazer compras emergenciais, ao ser empurrado para o outro lado da calçada, gratuitamente, por uma senhora que vinha em sentido contrário.

Fim de ano é um período tenso. Não era para ser assim, mas infelizmente é. A virada do ano vai se aproximando, época de festas, e inúmeras coisas começam a encher nossa cabeça, nossa agenda, nosso dia e esvaziar nossos bolsos.

No início da manhã encaramos os velhos trânsito, transportes lotados, calçadas abarrotadas de gente, barulho, sol ou chuva e poluição até chegarmos ao trabalho, onde corremos contra o relógio para realizar nossas tarefas, na expectativa de fecharmos o balanço anual de maneira positiva e com um sorriso no rosto. Saindo da labuta, nos deparamos com muita gente em pouco espaço, coisas e pessoas para lembrar, programação de recesso natalino e de serviço eclesiástico, contas para pagar, orçamento para se ter em conta (considerando que ano que vem tem material escolar, IPVA e outros impostos...), cansaço antes, durante e pós-recesso, ressaca para alguns... São praticamente dois anos para caber em cerca 30 dias. E o resultado? Muita responsabilidade, correria, estresse, tensão, irritação, ansiedade, depressão, decepção e esgotamento.

Toda essa realidade cotidiana nos distancia muito do real sentido do Natal. A mídia alardeia que teremos um Natal “magro”, “gordo”, “ruim”, “péssimo”... levando em conta apenas os aspectos econômicos do período. O Natal não precisa se parecer com o Corcunda de Notre Dame só por causa da cotação do dólar, das limitações do cartão de crédito, do sobe e desce do consumo e das incertezas do ano que vem.

O Natal de verdade, que é a comemoração da encarnação de Jesus Cristo [João 1.14-18], que veio ao mundo como homem para salvar-nos dos nossos pecados [Mateus 1.21-23; Lucas 1.30-35], não está atrelado a variações temporais. Obviamente esta realidade deveria ser lembrada e festejada diariamente [Lucas 2.10-11], mas, por diversos motivos que não abordarei, é enfatizada apenas no fim do ano, e de maneira bastante distorcida, por muita gente – tanto pelas que o comemoram quanto pelas que não o comemoram.

Regozijemo-nos, pois Jesus veio ao mundo!

Já que nestes dias estamos relembrando e enfatizando este evento aguardado pelo povo de Israel, que estendeu a esperança a todos os povos que jaziam nas trevas [Lucas 1.67-79; Mateus 4.14-16]: um marco na história festejado por anjos, por simples pastores e por reis; um real motivo de grande alegria para todos nós, de todas as épocas; tenhamos isto bem presente em nossas mentes – “Deus conosco!” – e o ano todo!

Quando olhar para a neve de mentira caindo sobre tudo, escutar reiteradas vezes aquelas musiquinhas batidas de brinquedos do Paraguai com as pilhas quase acabando, quando o salto quebrar, o pisca-pisca não prestar mais, vir a “hipocrisia natalina” generalizada, quando levar uma chuva danada e ainda por cima for obrigado a ouvir a enjoada música de Natal de Simone... ou se o ônibus estiver tão cheio que, se alguém pular, ficará suspenso até a próxima parada ou até chegar em casa... ou se uma velhinha, que você nunca viu antes, de repente lhe oferecer um empurrão na calçada molhada... não deixe que isso estrague tudo! Lembre-se: Não é o Natal – se bem que alguns até que tentaram! Mas alegre-se como se fosse! Porque Jesus veio e continua sempre conosco. Quer motivo melhor para aguentar tudo isso?

Por Avelar Jr. 
Também publicado no Não, Obrigado!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Olhando pra trás. Olhando pra frente.

Olhar pra trás por cima do ombro, sem alterar sua tragetória enquanto pedala, é uma arte que eu já não dominava mais. Imprescindível para quem quer se aventurar no trânsito. Embora deverei sofrer menos assim que instalar um espelho retrovisor do lado esquerdo, conforme a lei (em teoria) obriga todo ciclista a usar.


Esta habilidade em olhar tudo à sua volta enquando pedala, além de proporcionar segurança, faz dos trajetos algo mais divertido e interativo. Ontem mesmo experimentei dois momentos interessantes. O primeiro foi cruzar com outra pessoa usando capacete. E esta pessoa sorriu, como se dissesse algo do tipo “ei! você não é o único alienígena nesta cidade!”. Num segundo momento encontrei uma garota empurrando a magrela na subida mais desgraçada do meu trajeto diário. Ela estava com aquela cara de “comecei a pedalar hoje”. Infelizmente não foi possível parar e conversar. Mas quem sabe numa próxima oportunidade.

Uma vez na TV vi um sociólogo falando sobre a pós-modernidade. Não me lembro seu nome. Mas em sua análise ele dizia que:

“Apenas os artistas e os loucos são contemporâneos de si mesmos. Todas as outras pessoas ou vivem do saudodismo do passado, ou com a ansiedade do futuro.”

Então tenho meditado sobre a necessidade de, olhando por cima do ombro, devo sim contemplar o passado, mas sem jamais me desviar um mísero centímetro de minha tragetória. E pelo caminho proposto, não devo perder a sensibilidade para enxergar as pessoas. A intensidade da vida é sentida no HOJE e, ansiedade pelo futuro nos faz esquecer disto.

O que Deus tem pra hoje, deve ser vivido hoje. O que vivemos no passado trouxe experiência, mas isto não pode ser transformado em bagagem eterna. O que sentimos e sofremos é o que nos trouxe até aqui. Então, tudo deu certo. De uma forma ou de outra.

Em 1 Coríntios 1:18 está escrito que “a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus”. E isto faz todo sentido pra mim. Quero viver a loucura do evangelho para, mediante uma espiritualidade viva e vibrante, me tornar um contemporâneo de mim mesmo. E de lambuja animar outros a fazerem o mesmo.

Por Ariovaldo
Publicado em seu blog.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Twitter: Quem estamos seguindo?

Twitter talvez febre entre adolescentes, jovens e tantos outros que são assim chamados “seguidores”, contudo neste artigo fico a pensar como é simples para muitos passarem o dia a seguir pessoas que infelizmente na maioria das vezes expõe coisas tão supérfluas como frases que não trarão qualquer tipo de beneficio, Certamente alguns de vocês poderiam discordar e até mesmo criticar meu comentário dizendo que varias das pessoas que utilizam este recurso o fazem como instrumento de tamanha utilidade para todos. Bem de certa forma sou obrigado a concordar.

Contudo meu ponto de vista é tão somente de expor que nos dias em que estamos vivendo as pessoas seguem pessoas que simplesmente são famosas, sem que esta tenha que ter no mínimo qualquer tipo moral ou conduta ética, seguem apenas por seguir.

Fico a pensar é tão fácil passar o dia seguindo pessoas mais é tão difícil para alguns Seguir aquele que deve ser seguido, JESUS de Nazaré.
Nos dias em que Cristo esteve a realizar seu ministério terreno ele foi abordado por certo moço que o disse: “Mestre te seguirei por onde quer que fores” se fosse nos dias de hoje ele estaria dizendo serei teu seguidor no twitter, Mais a resposta de Cristo o surpreendeu pois Jesus lhe disse “As raposas tem covis e as aves do céu tem ninhos, mais o filho do homem não tem onde reclinar a cabeça” Mt 8.20
Esta talvez seja a reposta as minhas indagações, porque as pessoas seguem as outras pessoas e não a Cristo? Porque seguir a Cristo nos leva a uma vida de “perda” neste mundo, e de desprendimento, e realmente as pessoas não estão dispostas a isso.

Será amigo que temos seguido quem realmente deve ser seguido? Ou estamos apenas nos embaraçando com as coisas deste mundo?
Disse Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14.6. Desta forma o único meio de adentrarmos a vida eterna é o seguirmos tão somente a Ele.

Fonte: Gospel Prime

Graficamente Correto [3]



segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Como seria o nascimento de JESUS em 2010

sábado, 11 de dezembro de 2010

Porque você precisa estudar Teologia


Nathan W. Bingham

Palavras como teologia e doutrina têm conotações negativas para muitos cristãos. Isto é uma grande tragédia, pois acredito firmamente que todo cristão precisa estudar teologia em algum momento de sua caminhada cristã. Em nenhuma ordem em particular, aqui vão cinco razões de porque você precisa estudar teologia, e possivelmente algumas delas você não tenha considerado antes.

1. Você já é um teólogo.

Por que você precisa estudar teologia? Porque teologia não é uma coisa que apenas o professor de teologia tem – todos nós cremos em alguma coisa sobre Deus e, portanto, somos teólogos à nossa própria maneira. No entanto, o que precisa ser questionado é se o que você crê é correto, e o estudo da teologia pode ajudar a responder essa pergunta.

2. Seu amor por Jesus é intrisicamente ligado com seu conhecimento de sua Palavra.

Por que você precisa estudar teologia? Porque Jesus disse: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (João 14.15). Ouvi alguém dizendo que o certo cristão pode não ser grande teologicamente, mas estava tudo bem porque ele realmenteamava Jesus. Entretanto, Jesus diz que se nós o amamos, obedeceremos o que ele ordena. Como nós podemos obedecê-lo se nós não vamos à sua Palavra para conhecer corretamente seus mandamentos?

3. Sua doutrina determinará como você vive.

Por que você precisa estudar teologia? Porque o que você acredita (sua doutrina) determinará como você vive (sua prática). Isto pode ser visto em sua vida cotidiana. Se você acredita que alguma coisa é venenosa, você simplesmente não a bebe. Similarmente, suas crenças sobre Deus e sua Palavra determinam como você vive dia a dia. Por exemplo, se você acredita que Deus fala somente através de sua Palavra então você a estudará diligentemente. Entretanto, se você acredita que Deus fala através de impressões e coisas parecidas, então você procurará por aquela pequena voz silenciosa. O exemplo acima drasticamente muda como uma pessoa procurará encontrar a vontade de Deus para sua vida, e ilustra porque você precisa estudar teologia.

4. Suas afeições determinarão o que você estuda.

Por que você precisa estudar teologia? Porque onde suas afeições estão colocadas determinará o que você gastará tempo estudando. Se seu hobby é fotografia você desejará estudar o assunto para saber como melhorar suas fotografias e aumentar seu amor e apreciação por esse passatempo. Da mesma forma, se você é cristão e sua afeição principal está sobre Deus, por que você não desejaria estudar a Palavra para aumentar seu amor e apreciação por ele e sua Palavra?

5. Sua humildade depende disso.

Por que você precisa estudar teologia? Porque sem estudar teologia, é possível que você pense muito bem sobre você, mas não bem o bastante de Deus. Se é verdade que o conhecimento incha (1 Coríntios 8.1), as Escrituras, pelo contrário, quando corretamente entendidas e aplicadas, darão a você, por exemplo, o conhecimento da depravação e miserabilidade humana diante de Deus, e também darão conhecimento da magnificência, santidade, soberania e graça de Deus, o que somente pode servir para levar um verdadeiro convertido a ajoelhar-se em humildade.

Possa Deus ser glorificado quando você estudar teologia, com o desejo de saber mais sobre sua revelação especial ao homem.

Fonte: Iprodigo

Creio, mas duvido

Creio na infalibilidade das Escrituras Sagradas,

Mas duvido daqueles que dizem segui-la sem jamais tropeçar.

Creio que a Fé em Cristo é, e sempre será o único motivo de nossa salvação,

Mas duvido daqueles que buscam essa salvação como ato de recompensa, e não de Graça.

Creio que meus pecados são a única coisa que me separa de Deus,

Mas duvido que o amor de Deus e a sua misericórdia sejam menores que minha culpa.

Creio em um arrependimento verdadeiro dos mais terríveis pecados cometidos,

Mas duvido da sinceridade daqueles que cobram de nós uma santidade que eles não tem.

Creio que ser santo e separado é viver no mundo sem aceitar ou concordar com suas práticas,

Mas duvido daqueles que fazem dessa maneira de viver um fardo de práticas meramente religiosas.

Creio na simplicidade do viver e na simplicidade de servir como cristão,

Mas duvido que ser simples seja sinônimo de miséria e ignorância.

Creio que viver de maneira cristã é ser quem sou sem ser o que não devo ser.

Mas duvido daqueles que pensam ser o que jamais serão.

Creio que muitos em algum momento já duvidaram,

Mas duvido daqueles que em tudo dizem que nunca duvidaram.

Creio na manifestação do evangelho em Cristo para redenção do homem,

Mas duvido daqueles que usam esse evangelho como mercadoria de obter lucro.

Creio que Deus manifesta seu poder de maneira livre e onde Ele quer,

Mas duvido daqueles agem e falam como se Deus nos devesse seus favores.

Creio no Deus que está sobre tudo e sobre todos e age conforme lhe apraz,

Mas duvido de um deus que virou marionete nas mãos de homens.

Creio que as misericórdia do Senhor são a causa de não sermos consumidos,

Mas duvido daqueles que esperam no Senhor somente nesta vida.

E enquanto você reflete sobre isso, continuo crendo e pensando, pois isso é o que me faz crescer...

Walzenir, crê e duvida muito no Teo-Lógica

Valdemiro Santiago lança campanha para arrecadar R$60 milhões: “Vou dormir no altar com o nome dos contribuintes”

Famoso por campanhas polêmicas como a do Trízimo, o Apóstolo Valdemiro Santiago lançou mais uma campanha em seu programa, desta vez o alvo seria o término da construção de um novo templo da Igreja Mundial do Poder de Deus em São Paulo.

Em seu programa evangelístico, Valdemiro foi até a construção já em andamento de um novo templo da Igreja Mundial. Esta, em São Paulo, seria uma espécie de catedral para a denominação. Já está construído um grande estacionamento, o templo será erguido em cima dele.

Valdemiro fez um apelo para que 100 mil pessoas doassem R$200 por mês para a igreja. Após três meses o Apóstolo pegaria o nome de cada contribuinte e colocaria no Altar onde ali dormiria com os nomes por três noite seguidas.

A campanha de Valdemiro Santigo é para arrecadar R$60 milhões para a Igreja Mundial. O templo será construído no Largo Treze, na capital paulista. A campanha começou em novembro.

Comparado com outros grandes templos neopentecostas, o valor pedido pelo Apóstolo é cerca de três vezes maior que o preço da grande catedral da Igreja Universal em Portugal, na Europa.

Fonte: Gospel+

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Sociedade Bíblica do Brasil lança livro explicando as variações textuais da Bíblia

A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) investe mais uma vez no segmento de obras acadêmicas, com o lançamento da obra Variantes textuais do NT Grego, de Roger L. Omanson. Baseado no texto grego das Sociedades Bíblicas Unidas, 4ª edição, este livro acompanha O Novo Testamento Grego (SBB, 2009), explicando os cerca de 1400 pontos do texto em que há variantes textuais, listadas no aparato crítico, ao pé da página. Trata-se de uma ampliação, atualização e simplificação do livro Comentário Textual, escrito há mais tempo pelo renomado biblista Bruce Metzger, e que apenas pode ser lido em inglês ou em sua tradução ao espanhol. O autor deste trabalho é Roger Omanson, um dos consultores de tradução das Sociedades Bíblicas Unidas, à qual está ligada a SBB.

Nesta obra, Omanson inseriu também uma série de notas que tratam da segmentação, isto é, lugares em que diferenças da acentuação (paroxítona ou oxítona, por exemplo) ou de pontuação (ponto ou ponto de interrogação, por exemplo) resultam em diferenças de tradução. Um dos méritos de Omanson foi adaptar o comentário de Metzger às necessidades dos tradutores do Novo Testamento, que muitas vezes não são especialistas em crítica textual. O autor procura apresentar um assunto altamente técnico numa linguagem o menos técnica possível.

Por dirigir-se a tradutores, Omanson mostra como as diferenças entre o texto e as variantes se refletem em diferentes traduções no Novo Testamento. O livro foi traduzido ao português e, nesse processo, foram introduzidas referências a traduções para este idioma, como as edições de João Ferreira de Almeida, Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH), Nova Bíblia de Jerusalém e a tradução da CNBB, entre outras. Para ler e estudar esta obra com real proveito é indispensável ter em mãos O Novo Testamento Grego.

Pastores, que se valem do texto grego para preparar seus sermões e estudos bíblicos, e estudantes de Teologia e da Bíblia, que querem aprofundar seu conhecimento dos originais bíblicos, têm nesta obra um material auxiliar para seus estudos.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Polêmica - Kit Gay será distribuido nas escolas públicas

Material didático mostra história de lésbicas e adolescente que virou travesti


Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.

Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.

O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.

O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.

O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar.”

Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.

O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferente níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.

O deputado Jair Bolsonaro se pronunciou na Câmara dos Deputados e expôs o seu ponto de vista
sobre o referido material. Assista o vídeo:


Fonte: Correio braziliense

O Cântico de Maria




Minha alma engrandece ao Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, pois atentou para a humildade da sua serva. Lucas 1.46-48

Desde o sexto século a Igreja tem demonstrado uma apreciação especial pelo Cântico de Maria e incluído o Magnificat em suas liturgias. Porém, isso levanta uma importante questão: como podemos cantá-lo? O cântico expressa a admiração de uma virgem hebraica por ter sido escolhida por Deus para dar à luz o Messias, o Filho de Deus. Como podemos fazer nossas as palavras de Maria? Não seria inadequado de nossa parte?

De forma nenhuma. Já há vários séculos que a experiência de Maria, apesar de ter sido uma experiência única, tem sido reconhecida como a experiência típica de todo cristão. O Deus que fez grandes coisas por ela tem também derramado generosamente sua graça sobre nós. Maria parecia estar ciente disso, pois o início do cântico está na primeira pessoa (“minha” e “meu”), porém, mais adiante ela passa à terceira pessoa: “Sua misericórdia estende-se aos que o temem, de geração em geração” (v. 50). Tal como acontece no Cântico de Ana, escrito após o nascimento de Samuel, no Cântico de Maria Deus inverte os valores humanos. Podemos constatar isso através de dois exemplos:

Primeiro, Deus destrona os poderosos e exalta os humildes. Ele agiu assim com faraó e com Nabucodonosor, ao resgatar Israel do exílio. Ele continua agindo assim hoje. Se nos colocarmos de joelhos ao lado do publicano arrependido, Deus nos exaltará e nos aceitará com seu perdão.

Segundo, Deus despede os ricos de mãos vazias e enche de coisas boas os famintos. Maria sabia, através do Antigo Testamento, que o reino de Deus haveria de vir, e esperava ansiosamente por esse dia. Um anseio profundo no coração é condição indispensável para a bênção espiritual, enquanto que uma arrogante auto-suficiência é o seu maior inimigo.

Se desejarmos herdar as bênçãos de Maria, devemos cultivar as mesmas qualidades demonstradas por ela, especialmente um espírito humilde e um profundo anseio pelas coisas espirituais.

Leitura recomendada: Lucas 1.46-55

Retirada de A Bíblia Toda, o Ano Todo (Editora Ultimato, 2007)

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Campanha espanhola cria polêmica ao relacionar camisinha à hóstia

Uma campanha do governo espanhol para incentivar o uso de preservativos vem causando polêmica no país ao relacionar as imagens de camisinha com as de uma hóstia.

Divulgada em cartazes, vídeos e outdoors, a campanha repete uma mesma foto de um sacerdote segurando primeiro uma hóstia e depois uma camisinha.

A iniciativa do setor jovem do partido socialista que governa o país foi lançada durante a semana internacional de luta contra a aids.

Mas as peças foram acusadas de ser um ataque contra os cristãos "Bendita camisinha que tira a Aids do mundo" é o título oficial da campanha.
Blasfêmia
Diversas associações religiosas consideraram a campanha "blasfema".

A propaganda vai de encontro às recomendações do Vaticano que não aprova o uso de camisinhas.
O vídeo diz que "a Igreja nos diz que os preservativos, em vez de combater a doença, ajudam a expandi-la".

O anúncio cita que mais de 25 milhões de pessoas já morreram vítimas da Aids até 2009.

A campanha confronta as orientações da Igreja colocando a pergunta, "são estes realmente os que dizem que nos amam? Que não te enganem", prossegue o audio da peça.

Para Rafael Lozano, porta-voz do grupo católico Forum da Família, o objetivo "é aproveitar a ocasião para atacar toda a comunidade cristã".

"Uma grande ofensa aos sentimentos religiosos de quem professa esta fé", disse ele.

O porta-voz das Juventudes Socialistas Juan Carlos Ruiz explicou no site do partido que "a Igreja Católica insiste em confundir os cidadãos" e "que a campanha pretende apenas reafirmar o compromisso com a luta contra a Aids".

Fonte: Uol

sábado, 4 de dezembro de 2010

Famoso pela devoção à Igreja Renascer em Cristo, do casal Sonia e Estevam Hernandes, o jogador Kaká e a sua mulher, Caroline Celico, romperam com a instituição. A história já havia sido antecipada no início de outubro pela coluna Zapping, do jornal Agora e publicada pela Folha.com, está na edição deste final de semana da revista "Veja" e foi confirmada neste sábado pela Folha.

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De acordo com a "Veja", eles se afastaram no último mês de agosto. "O meu tempo na Igreja Renascer acabou. E o que posso afirmar é que hoje minha busca constante é somente por Deus", disse Carol à revista.

Sobre os motivos, ela preferiu não se pronunciar: "Não vou fazer nenhum comentário. Cada um tem o seu ponto de vista sobre inúmeros assuntos".

A própria igreja confirmou que, na quinta-feira, o jogador telefonou para Hernandes e comunicou que saía "por motivos pessoais", acrescenta a "Veja".

POLÊMICA

No dia 2 de dezembro do ano passado, a Justiça Federal em São Paulo condenou os fundadores da Renascer, Estevam e Sonia Hernandes, a quatro anos de reclusão pelo crime de evasão de divisas. A decisão foi do juiz Fausto De Sanctis, na 6ª Vara Criminal de São Paulo, que acatou parcialmente a denúncia do Ministério Público Federal.

Porém, por serem réus primários no Brasil, o juiz substituiu a pena privativa de liberdade por prestação de serviços a entidades filantrópicas.

A condenação se referiu ao fato de o casal ter saído do Brasil com destino aos Estados Unidos, em janeiro de 2007, com US$ 56,4 mil escondidos em uma bolsa, na capa de uma Bíblia, em um porta-CDs e em uma mala. Ao desembarcarem no aeroporto de Miami, Sonia e Estevam foram detidos e posteriormente condenados pela Justiça americana pelos crimes de contrabando de dinheiro e conspiração para contrabando de dinheiro.

Antes, em 18 de janeiro, o teto da antiga sede da igreja desabou, deixando sete mortos e mais de 100 feridos.

O lançamento da pedra fundamental do novo templo ocorreu em setembro de 2009, orçado em R$ 10 milhões, em São Paulo, exatamente com a presença do jogador Kaká. Ele ficou o tempo todo ao lado dos líderes Estevam e Sônia, com quem orou de mãos dadas.

Fonte: Folha.com

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Vamos ver agora o corre corre dos outros pastores para quem fica com o casal. Vai vendo.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Graficamente Correto

 
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