segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O que afirmam os falaciosos teologastros da prosperidade



O que afirmam os falaciosos teologastros da prosperidade:


1) Os pobres e os enfermos estão assolados por uma maldição;

2) Pobreza é, e sempre foi, um pecado;

3) O propósito de Deus é fazer com que o cristão seja rico, e bem sucedido;

4) O cristão tem o direito de exigir de Deus: a obtenção do sucesso e, como conseqüência natural, a riqueza material;

5) Todos aqueles que puserem em dúvida estas afirmativas, não têm fé no Criador.


Veja agora o que dizem os senhores espertalhões da fé popular, ou se quiser, os curandeiros da fé, para minar a resistência daqueles que, ainda recalcitram quanto a estas falaciosas mensagens. Relembro ao irmão, e aos seguidores deste seu excelente blog, que a minha humildade jamais fechará as portas para um sadio e respeitoso bom humor:

A - Deus está dizendo aos meus queridos irmãos que todos aqui estão sob um poderoso e infalível revelamento. Ontem, enquanto contava a bufunfa arrecadada com a venda da ”muito nossa” bíbria “Engodo Financeiro” fui arrebatado aos séus e prosei com o Póprio Deus; Ele me diçe: Filho meu eu sei que tu não ten papas na língua e que tu não deixa pra depois o qui tem de falar. Por isso, eis que te digo que você vai recuperar aquele horário da TV daquele teu tio mau-caratista e cara-de-pau. As tua ovelhas vão colaborar dando o “pentizimo” do ssalário. Já fica sabendo que em 2014 vai sê o “hexizimo”, se Deus quizé – O Mano Menezi vem ai, com Neymar, Ganso e André. Não é que rimô?


B - Crede em vossos profetas e prosperareis! Esta palavra vai mudar a sua vida em todos os aspectos econômico-financeiros. Esta palavra vem diretamente do Trono do Senhor para os meus irmãos, por isso, não aceitá-la é o mesmo que cometer pecado contra o Espírito de Deus. E tem mais: quem fizer uma oferta voluntária de R$ 900,00, sem pensar num retorno de investimento de, pelo menos 90%, pensando numa taxa de oportunidade que varia acima da taxa Selic, mais "fringe benefits", será um “trouxa”, se não visar este percentual de “otImização” do capital investido. Quem não fizer, é mais “trouxa” ainda. Saibam que o Senhor Jesus empreendeu uma atividade tão rendosa e lucrativa que teve a necessidade de contratar no mercado da época, 12 administradores para fazer a gestão do seu “negócio”, do seu empreendimento. O prazo para "realizar lucros" que era até janeiro de 2010, foi prorrogado até o retorno do Murdock.

Business is business!Don’t forget that!

C - Se o espírito de dúvida está povoando o seu coração, em relação ao que estou pregando, creia que isto é a ação de satanás, para que você não saia do aperto financeiro e fique com “um pé na frente e outro atrás” – Faça uma oferta voluntária de 1000 reais e não reclame porque o Jim Bakker pedia era 1000 dólares, tá?! Depois nós te damos um livro do sábio mais “finório” do mundo;

D - Saibam meus irmãos que tudo isso faz parte do “novo”, do “show de bola” de Deus e, não aceitar a oferta voluntária que estamos sugerindo, é pura religiosidade. Podem me chamar de ganancioso, mas saibam que cinco coisas a Mamom aborrece e uma sua alma abomina: o avarento, o sovina, o forreta, o unha-de-fome, o pão-duro. A sexta coisa é o mão-de-finado.

E - Queridos atentem para o detalhe de que eu agora como Patriarca e Papa do Evangelho e substituto natural de Abraão, tenho o poder e autoridade delegados por Deus para “pintar e bordar” neste mundo onde “jazia”, ou “já era” o inimigo. Eu o destronei. Dá uma sacada no meu manto patriarcal, de cor púrpura. Eu ia usá-lo na reunião da Lucinha Dall'Stella, só p'ra fazer inveja àquela falsa princesa-cantora, a Caroline Celico. Ele é simplesmente Lindooooooooo!

F - Deus me disse para eu pisar na cabeça do exu boiadeiro com a minha “lindésima” bota de couro de cobra píton. "Divinha" onde está o exu – ali mesmo em Barretos, onde, por “incrível coincidência” (?) eu já havia decidido lançar o meu DVD – gente, conto com vocês; lógico, para pisar na cabeça daquela potestade (?) ou vocês pensaram que é para comprar o meu DVD? Estou mais sábia agora que sou uma texana de Dallas. Um profeta mandou que eu e o meu varão de guerra estudassemos no Centro de Sabedoria do Murdock, ali pertinho (40 Kms) em Forth Worth - estou adorando o Texas!

G – Se o Espírito não se manifestar atendendo ao que você almeja não nos responsabilize, pois você é o único culpado. Deus não tem nada com isso. Pode ir responsabilizando a sua fé “mixuruca” por não ter recebido a benção. Se nada acontecer, pode crer, a sua fé “tá com nada”.

Enquanto isso, sonho, quase que, todas as noites, com o JIM BAKKER e com aquele seu livro “I WAS WRONG” (EU ESTAVA ERRADO) - Haja celas!

O que faço – Devo rir ou chorar ante estas aberrações?

Para não chorar é preciso vê-las pelo prisma das coisas, apenas, lúdicas.

Deixo algo para reflexão neste difícil momento em que o Evangelho de Jesus está sendo ridiculizado e servindo de motejos e zombaria, por causa desses espertalhões:

O que pensa Deus sobre tudo isso?

Por que se mostra indulgente para com esses?

=>Se esses que cometem tantas transgressões conhecem a vontade de Deus; são instruídos na Lei; São, além de guias de cegos e luz para os que estão nas trevas, instrutores de ignorantes e mestres de crianças – esses mesmos não ensinam a eles próprios; Furtam, quando pregam que não furtem; Roubam os templos onde estão os ídolos que dizem abominar; Estão a desonrar o Criador, cometendo transgressões da lei, ao tempo em que se gloriam nessa própria Lei;

=>Se estão criando um perverso partidarismo através de suas esdrúxulas doutrinas, promovendo contendas, divisões e escândalos no âmbito da igreja e, fazendo, deste modo, com que o nome do Senhor seja blasfemado entre os ímpios (Rm 2:17-24)

Por que eles não recebem a punição divina?

Estaria havendo injustiça da parte de Deus? (Rm 9:14)

Pois Ele nos diz, como disse a Moisés:

“TEREI MISERICÓRDIA DE QUEM ME APROUVER TER MISERICÓRDIA E COMPADECER-ME-EI DE QUEM ME APROUVER TER COMPAIXÃO” (Rm 9:15).

Lembremo-nos de que Ele levantou Faraó, para mostrar nele o Seu poder e para que o Seu nome fosse anunciado por toda a terra (Rm 9:16).

Por enquanto, resta-nos dar lugar à ira. A vingança virá como retribuição do Senhor (Rm 12:19).

Sendo assim...é só esperar.

Entrementes, vou por ai, servindo a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor, consciente de que com Deus não se brinca, pois Ele é fogo consumidor (Hb 12:28,29).

Contribuição do Alberto Couto.
Visitem: albertocoutofilho.blogspot.com/

Vamos pensar um pouco - A nova e triste geração de evangélicos...

A fé sem obras é morta. Tiago 2:18


Tiago 2:18 "Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras."

Quatro por Um (Reteté) Um "louvor" antropocêntrico!



Letra:

Era sexta-feira, dez horas da noite
Quando começou a vigília no galpão
Tinha tanto jovem,
Quase que perdi a conta
Muita alegria e um só coração
Era uma reunião pra buscar poder
Eu só não sabia o que ia acontecer
Não importava se era homem
Ou se era mulher
O importante é
Que a galera era do reteté

Fogo, estou cheio de poder
Fogo, tudo pode acontecer
Fogo, que desce no altar
Fogo não consigo mais parar

Tinha muita unção,
Era só vitória
Era um pula-pula,
Muita gente dando glória
Tinha gente cantando,
Tinha gente chorando
Sendo batizada com Espírito Santo
Era uma reunião...

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Bebê morre durante o batismo


Um padre da Moldávia está sendo investigado pela morte de um bebê que se afogou após ter sido submergido três vezes durante a cerimônia de batismo.

Familiares acusam o padre, Valentin Taralunga, da Igreja Católica Orotodoxa, de negligência ao prosseguir com a cerimônia apesar dos sinais de que a criança, de um ano e meio, estava se afogando na pia batismal.

Médicos da capital moldávia, Chisinau, diagnosticaram que o bebê morreu por afogamento. O padre está sendo investigado por homicídio culposo, punível com até três anos de prisão.
saiba mais


Ao prestar depoimento, o padre Taralunga negou as acusações e disse que obedeceu aos cânones religiosos que ensinam sobre a cerimônia de batismo.

A família repassou à polícia um vídeo amador do momento em que o religioso submerge a criança na água. O conteúdo do vídeo foi divulgado pelas TVs locais.

Entretanto, os investigadores que trabalham no caso disseram a uma delas, a Publika TV, que ainda é cedo para chegar a uma conclusão.

Na cerimônia católica ortodoxa, os padres tampam o nariz e a boca das crianças durante os curtos instantes em que elas são submergidas na água benta.

Um porta-voz da Igreja disse não recordar de semelhante episódio na história religiosa do país.

Logo após a imersão na água, o bebê é visto com dificuldades de respirar. Segundo testemunhas, minutos depois a criança começou a espumar pela boca e sangrar pelo nariz.

Levado para ser socorrido, o bebê morreu a caminho do hospital. O diagnóstico da morte foi ocorrência de água nos pulmões.

Fonte: G1

O dia da desgraça



Tranqüilo esperarei o dia da desgraça, que virá sobre o povo que nos ataca (Hc 3.16)

A justiça pode parecer tardia, mas nunca é ausente. Deus ganha sempre. Nunca perdeu nem vai perder uma batalha sequer. Mas Ele não tem a pressa, que gostaríamos que Ele tivesse.

Precisamos acabar com a pressa. Um dos métodos bem-sucedidos para fazer isso é a prática de antegozar a justiça absolutamente certa, mas ainda distante. Essa foi a conduta de Habacuque: “Tranqüilo esperarei o dia da desgraça, que virá sobre o povo que nos ataca”.

Tranqüilo, e não agitado, nervoso, impaciente e vacilante. O “dia da desgraça”, o dia da manifestação pública do juízo, bem próximo ou muito distante, virá e isso é suficiente.

Essa tranqüilidade, além de evitar o desperdício de energia, impede a precipitação, a tentação de assumir o papel que pertence exclusivamente a Deus, como está escrito: “A mim pertence a vingança e a retribuição” (Dt 32.35). Na mesma passagem está escrito: “No devido tempo os pés deles escorregarão”.

Não me deixarei inquietar com a transitória predominância do mal contra o bem!

Retirado de Refeições Diárias com os Profetas Menores (Editora Ultimato, 2004).

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O novo programa do Ministério da Educação - "Evangélico alfabetizado!"


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Ah, o passado, esse troço que ninguém apaga! Cassiane no iníco de sua carreira...

A cantora Cassiane no início de sua carreira,cantando no programa do Carlos Apolinário (QUEM É ESSE QUE NUNCA OUVI FALAR)? Atentem ao detalhe do seu vestidinho "retrô fashion com preguinhas" e aos arranjos "maravilhosos" do disco. Ao fundo um belo cenário regado a um lilás caixão de anjo!Ah, o passado, esse troço que ninguém apaga!

Enquanto isso na sessão do descarrego - "Banho das Sete Águas"

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Seu Ladir e Ana Paula Valadão, separados por um "mara"

Silas Malafaia ensina simpatia para sair do aluguel

Estereótipos

Lá do Daniel Clós

Propaganda eleitoral do Marquito Feliciano!

As irmãs super poderosas

Fonte: Karapuça

Seu madruga é dizimista!


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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Caio Fábio chama “Os Novos Evangélicos” da revista Época de “Bundões”

A reportagem “Os Novos Evangélicos” que foi matéria de capa da Revista Época do mês de Agosto, tem gerado muita polêmica no meio evangélico, quem sabe era esta a intenção, porque venderam e ainda venderão muitos exemplares para os “crentes”.

Muitos blogueiros e expoentes evangélicos já se pronunciaram sobre a matéria, agora chegou à vez do Pr. Caio Fábio dar sua opinião sobre a “Nova Reforma Protestante” proposta pela revista.

No começo do vídeo Caio Fábio já fala que não existe nada de novo na matéria.

“Com Exceção de alguns anônimos aqui, o resto é todo mundo da antiga e que ta ai, São os novos reclamantes! Não novos protestantes – é um pessoal que só fala e não faz nada”, diz ele.

“Olha bem meus irmãozinhos que estão na Revista Época, vocês são uns BUNDÕES!, só servem de bula papal dá Época, na hora de colocar a cara pra fora e apanhar, frouxos! Eu ainda estou aguardando a conversão de vocês ao Evangelho” continua o pastor.

Confira o vídeo na integra:


“É com vocês que eu estou falando mesmo, querem que eu diga o nome? é com vocês que estou falando! Não deveriam aceitar este negócio de “Novos Evangélicos“, são todos uns meninões, precisam andar de calça plástica”

Caio termina dizendo; “Quem não conhece, pensa que é algo novo que está acontecendo!”


***
Agradecemos a preferência, pastor. A paz esteja contigo! Amém?!

Telespectador chama Edir Macedo de Ladrão e corrupto, mas é "cortado". "Não é fala que eu te escuto"?

Se essa moda pega!


Fonte: Vi no: Não abro mão da graça

A visão da bota de cobra "profética"



Livro do Profeta Valadão

Capítulo 1

A visão da bota de cobra

1. Palavra de Ana Paula Valadão, filha de Marcio Valadão, um dos sacerdotes que estavam em Belo Horizonte, na terra dos tupiniquins colonizados.

2. Ao que veio a palavra do Senhor, nos dias de Dilma, filha sucessora de Lula, rei do Brasil, no oitavo ano do seu reinado.

3. Assim veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:

4. Filha minha, antes que te formasse no ventre eu te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei; às nações te dei por profeta.

5. Então disse eu: Ah, Senhor Deus! Eis que não sei falar… Só cantar… Porque ainda sou uma menina.

6. Mas o Senhor me disse: Não digas: Eu sou menina, porque a todos a quem eu te enviar, irás. Tudo quanto te mandar, falarás.

7. Então, imediatamente fui conduzida a Dallas (EUA) e lá, outra vez veio a mim a voz do Senhor dizendo: Que é que vês, Ana Paula? E eu disse: Vejo lojas.

8. E disse-me o Senhor: Viste bem, porque eu velo pela minha palavra. Agora entre na loja. Então entrei.

9. Imediatamente, veio a Palavra do Senhor a mim pela segunda vez dizendo: Que é que vês, Ana Paula? Eu disse: Vejo botas…

10. Então, o Espírito (não a minha futilidade) disse:

11. Assim diz o Senhor: Conheço suas botas, e sei que não estas preparadas para o que irá acontecer. Todavia digo, não temas filha minha, porque assim como fui com Jeremias, serei contigo a diferença é que ele viu amendoeiras. Você vê botas.

12. Agora vai e compre uma bota de couro de cobra “piton” e volte ao Brasil, porque lá falarei ao meu povo o que há de acontecer.

13. Então voltei e o Espírito do Senhor revelou-me a cidade de Barretos, sendo uma das três cidades-base instaladas no mundo espiritual. Juntas, essas cidades formam um principado chamado Exu Boiadeiro. São elas Madri (Espanha e touradas), Dallas (terra dos cowboys americanos) e Barretos (terra dos rodeios).

14. Disse eu: Ai de mim, Senhor! O que falarei ao teu povo?

15. Então pela terceira vez veio a Palavra do Senhor dizendo: Diga ao povo que o sacrifício da cruz não foi o suficiente para quebrar com todo principado e potestade existente no mundo espiritual e na imaginação dos que se dizem profetas, mas não são…

16. Diga ao meu povo, os que tem sede de justiça, que eu ouvi o clamor deles, e por isso levantei você! Diga ao meu povo que a injustiça, fome, miséria, nudez, escassez são combatidas assim… Com atos proféticos!

17. Sim! Diga ao meu povo que Paulo era louco quando disse “escudo da fé, capacete da salvação, couraça de justiça” porque nada é mais poderoso do que um chapéu, um cinto e um par de botas piton quando se trata de fé mágica e de “demônios boiadeiros”.

18. Diga ao meu povo, que Paulo errou quando nos mandou calçar o “evangelho da paz”.

19. Na verdade, ele quis dizer “botas piton de guerra”, que muito possivelmente, de acordo com os profetas desta geração, é feita com o couro da mesma cobra que tentou a Eva.

20. Filha minha, diga ao meu povo que não lhes falta o conhecimento da palavra, porque eles tem você para matar o Exu Boiadeiro e mostrar a cobra, digo a bota.

21. Diga ao meu povo para colocarem o nome do meu filho dentro do chapéu! E fazerem reverência a Ele igual aos peões de boiadeiro fazem a “nossa” senhora de Aparecida! Por que essa reverência tem de ser minha! Para mim! Assim diz o Senhor!

22. Diga ao meu povo que Barretos é minha! Por que vocês foram lá, tocaram numa ferradura e disseram: “Barretos é de Jesus”! Digam ao meu povo que vocês também fizeram isso em Brasília e que agora Brasília está em chamas de avivamento!

23. Diga isso sem medo, porque o meu povo não lê jornal e jamais irão ver que a corrupção vem aumentando grosseiramente antes, durante e depois que vocês passaram por lá.

24. Diga isso sem medo, pois vocês também foram no Rio de Janeiro e fizeram do sambódromo um “santódromo”, conforme suas belas palavras. Afinal de contas, a prostituição nos carnavais praticamente acabou depois que vocês passaram por lá com o evangelho da “guerra espiritual”. Aleluia!

25. Quanto aos que duvidam e se levantam contra o que digo através de ti, eu levantarei contra eles o meu juízo por causa de toda a sede de justiça que eles carregam dizendo que a cruz ainda pode salvar a geração mais incrédula, mimada, dissimulada, arrogante, bobinha, frágil e mágica que carrega o evangelho de Walt Disney no coração.

26. Tu pois, cinges os teus lombos, e levanta-te, e dize-lhes tudo quanto eu te mandar; Não te espantes diante deles, para que eu não te envergonhe diante deles.

27. Porque eis que hoje, eu te ponho por peoa de Barretos, te ponho sobre todos que estão distante do seu trono com a mais nova American Cowgirl para domar o Exu Boiadeiro com seu chapéu da salvação, cinto da justiça e sua bota piton feita da couro da serpente que enganou a Eva! Assim diz o Senhor, pai da moda.

28. Quanto ao mais, por ventura todas as demais coisas não poderão ser escritas no livro de Lamentações dos que tem fome e sede de justiça?

Texto muito interessante baseado em Jeremias, por André Ferraz no Seguidores da Cruz, via Pavablog

domingo, 15 de agosto de 2010

Preso pastor acusado de abusar de menina de 12 anos



RIO - Um pastor evangélico acusado de pedofilia foi preso por policiais da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (Dcav), na manhã desta sexta-feira, na Zona Norte. Nelson Pereira Souza, de 54 anos, é pastor da 2ª Igreja Batista de Brás de Pina. Ele é acusado de ter abusado sexualmente de uma menina de 12 anos. Os abusos teriam acontecido durante dois anos, segundo informou o telejornal "RJTV".

Nelson foi abordado pelos policiais ao sair de sua casa no Jardim América para trabalhar como motorista de uma van de transporte escolar.

Segundo o titular da Delegacia de Criança e Adolescente Vítima (Dcav), Luiz Henrique Marques Pereira, o homem de 54 anos vinha sendo investigado há quatro meses, depois que pais de uma das crianças que usam o transporte denunciaram o motorista.

O homem, conhecido como "Tio Nelson", disse aos policiais que estava sendo preso por um caso ocorrido há seis anos. Mas de acordo com o delegado, o caso ocorreu há dois anos. O suspeito foi levado para a delegacia, onde vai prestar depoimento. A polícia ainda investiga se há outros casos de abuso sexual praticados pelo suspeito.

No início de junho, cerca de 30 policiais prenderam, na Favela do Mandela, em Bonsucesso, Zona Norte do Rio, um outro pastor evangélico acusado de pedofilia. O acusado levava meninas para dormir na sua casa e abusava delas. O pastor responde a dois inquéritos policiais. Em um deles, é suspeito de pagar crianças para fotografá-las nuas e manter relações sexuais com elas. No outro, é acusado de levar menores para casa depois dos cultos para cometer abuso sexual.

Na última quarta-feira, o caminhoneiro Luiz José da Silva Filho, de 36 anos, foi preso em flagrante na noite desta terça-feira, em São Cristóvão,Zona Norte, acusado de sequestrar três meninas de 12 e 13 anos, e abusar sexualmente de duas delas. Segundo a polícia, Luiz José deu carona para as meninas na Bahia e as trouxe à força para o Rio. Ele também é acusado de obrigar as menores a fazer programas.

Fonte: O Globo

Enquanto isso na sessão do descarrego...

Em lugares altos



O Senhor, o Soberano, é a minha força; ele faz os meus pés como os do cervo; faz-me andar em lugares altos (Hc 3.19)

Entre o ouvir falar e o conhecimento próprio há muita diferença. O mero ouvir falar desperta interesse e não convicção pessoal. A rainha de Sabá ficou estupefata quando foi a Jerusalém e conheceu aquele de quem ouvia coisas incríveis. Depois de ver o que viu e de ouvir o que ouviu, a rainha foi obrigada a confessar que a verdade em torno de Salomão era maior do que a fama (1 Rs 10.1-9).

O conhecimento cada vez maior da glória de Deus satisfaz a alma e capacita-a para manter a tranqüilidade bem antes dos novos céus e da nova terra. A alma cheia de Deus compensa as árvores vazias de frutos, as lavouras vazias de grãos, os currais vazios de ovelhas e os estábulos vazios de bois. Mais ainda: de alma cheia, o profeta declama: “O Senhor, o Soberano, é a minha força; ele faz os meus pés como os do cervo; faz-me andar em lugares altos”.

O que Habacuque confessa coincide com o que Paulo diria muitos anos depois: “Tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4.13).

Minha força não sou eu, minha força é o Senhor, que me faz andar em lugares altos!

Retirado de Refeições Diárias com os Profetas Menores (Editora Ultimato, 2004).

sábado, 14 de agosto de 2010

Cristão decide publicar a Bíblia no Twitter



Inglês decide dividir seus resumos para os textos sagrados com outros seguidores da rede social.

Um cristão dedicado decidiu espalhar a palavra de Deus na rede social Twitter. Ele começou a publicar o primeiro capítulo do Gênesis e, se tudo correr dentro do programado, deve completar a publicação dos 1.189 capítulos no dia 8 de novembro de 2013.

Chris Juby, de 30 anos, que mora em Durham, no interior da Inglaterra, está ganhando popularidade ao “encurtar” as escrituras em posts de 140 caracteres – métrica adotada pelo Twitter. O primeiro post diz: “Deus criou os céus, a terra e todos os seres vivos sobre ela. Ele criou o Homem à Sua imagem, e lhe deu o domínio sobre a terra.”

Juby decidiu publicar a Bíblia no Twitter porque ele queria se concentrar mais na leitura dos textos sagrados e concluiu que um resumo seria de grande ajuda. “Como eu já uso Twitter, achei que era uma boa ideia dividir meus resumos com outras pessoas”, contou ele ao jornal britânico “Daily Mail”.

“A Bíblia está muito imbuída em nossa cultura. Shakespeare e Charles Dickens fazem referências a passagens obscuras da Bíblia. E mesmo assim, as pessoas não costumam ler todos os textos do Livro Sagrado” , afirmou Juby.

“Sei que talvez possa parecer uma coisa estranha o que estou fazendo. Mas eu espero que o meu resumo vá inspirar mais pessoas a lerem a Bíblia. Afinal, um resumo não substitui o texto original.”

Fonte: O verbo

Vamos pensar um pouco - A absurda decisão de não amar o cônjuge


A decisão de amar é acompanhada pelo risco de não amar. Nem o compromisso público do casamento extingue tal risco. Amamos quando nos dispomos a dedicar tempo, serviço e coração ao outro. Decidimos não amar quando nosso cônjuge deixa de ser o real objeto do nosso amor e se torna, em nossa fantasia, qualquer outra pessoa -- exceto ele mesmo.

Desvios sexuais, como a pornografia e o adultério, são, na prática, nossa absurda decisão de não amar o cônjuge. Na pornografia, idealizamos um corpo perfeito e não conseguimos dedicar tempo, serviço e coração para amar o corpo imperfeito do nosso cônjuge. Cada ato pornográfico é, no fundo, a decisão de não amar quem um dia decidimos amar. E quanto mais constante e repetitiva essa prática se torna, mais nos afastamos do nosso (verdadeiro) cônjuge. Se não houver cura, chegará o dia em que decidiremos amar definitivamente a fantasia da perfeição sem amor a despeito da realidade da imperfeição com amor.

Já no adultério, falsificamos a nós mesmos e duplicamos nosso cônjuge. Decidimos amar duas ou mais pessoas, não amando, na verdade, nenhuma. Já não há mais foco e dedicação ao amor. Não há uma pessoa inteira ao nosso lado, com sua história, sentimentos, defeitos e qualidades únicas. Há apenas opções de prazer. E já não somos nós mesmos, apenas consumidores de bem-estar. Cometer adultério também faz parte da absurda decisão de não amar o cônjuge. Quanto mais o praticamos, mais reduzimos a quase nada quem um dia decidimos amar.

Amar é uma ordem. Quando Jesus deu essa ordem aos discípulos (Jo 15.12), ele estava estabelecendo um alto padrão de relacionamento para toda a humanidade. Esse padrão é ainda mais relevante no relacionamento conjugal, que tem um grau de intimidade e compromisso muito mais elevado. No entanto, antes de ordenar que os discípulos amassem uns aos outros, Jesus disse que eles deveriam “permanecer no amor dele” (Jo 15.9). Permanecer é decidir diariamente continuar amando, e isso torna a vida maravilhosamente mais bela. À luz desse padrão, decidir não amar é verdadeiramente um absurdo.

Outros textos da série "Vamos pensar um pouco" Clique aqui

Lissânder Dias do Amaral é coordenador executivo da Rede Mãos Dadas.
Fonte: Ultimato

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Jesus, os pastores e o Caratê


Esse negócio de ter uma coluna, é realmente necessário, afinal, andamos por causa dela, não é mesmo? Já uma coluna semanal em um site pode ser bom ou ruim, depende de como você a usa. Bom, vou deixar de enrolar e partir para o assunto.

Quero falar hoje sobre um tema que está em alta, aliás, há tempos que esse assunto é debatido e que essas ações são feitas, e muitos sabem, alguns vêem e poucos falam. Quero falar sobre Jesus e o Caratê. Jesus, um jovem revolucionário, que mudou a história do mundo com suas palavras, ações gestos de humildade e sabedoria. Caratê, uma arte marcial, bastante conhecida do povo brasileiro e principalmente do povo japonês. Mas, pensando eu cá com meus botões, vou relacionar Jesus, os pastores e o Caratê de uma forma diferente, porque ultimamente isso está muito em moda. Não percebeu?

Veja só. Muitos pastores deixam de pregar a palavra de Deus da forma correta para falar sobre campanhas, ofertas de um tipo, doações absurdas de outras, vendas de bíblias de um preço absurdo, trízimos etc. E com isso você pode relacionar Jesus, os pastores e o Caratê. Certo, são poucos os pastores que estão falando sobre Jesus e suas obras, mas onde entra o Caratê? Te explico. Muitos pastores esqueceram sua missão, que é levar a palavra de Deus a quem precisa, de ser um verdadeiro cristão, uma pessoa que busca ser mais parecida com Jesus, e resolveram entrar na modinha de falar sobre a teoria da prosperidade. Restituição daqui, restauração dali e ofertas por aqui… no meu bolso.

Alguns pastores não querem saber como está a vida de suas ovelhas, não querem saber se elas estão precisando de ajuda emocional, pessoal ou profissional, se estão doentes, passando necessidades, se as suas vidas com Deus estão indo bem. Se o seu papel como pastor está perfeito ou pelo menos parecido como o que Cristo fez aqui na terra. Se as drogas, violência, perdições estão mais fortes na vida de seus liderados do que a Palavra de Deus e entre outras coisas. Mas o que querem saber mesmo é de fundar igrejas onde pessoas possuem belos carros, grandes casas e recheadas contas bancárias, pois, pense comigo, quanto mais bens, mais ofertas entrará e mais a igreja crescerá, no tamanho do templo, claro! Não é mesmo?

Mais onde entra o Caratê? Eu explico, caro leitor. O Caratê entrou desde o terceiro parágrafo e você não percebeu? Explico de novo. Alguns pastores só querem saber do caratê, pois o cara tendo dinheiro e disposição para colaborar com isso tudo, fica melhor para eles. E o que eles não querem que o cara tenha é sabedoria na Palavra de Deus, pois os fiéis sabendo disso saberão que estão sendo enganados e agirão da forma certa.

Assim, que venham as mansões, contas bancárias enormes e jatinhos pra mim também! Grória a Gézuz!

Que possamos ler a Bíblia e orar muito a Deus para que não venhamos cair no erro. Sejamos sábios, como Salomão.

Vamos que vamos! Volta, Jesus!


Thiago Matso que não faz caratê, mas faz o Profetirando

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Teste de confiança

Você confia em Jesus? Tem certeza? Será que quando precisarmos provar, não vamos decepcioná-lo?
Veja este belo esquete do grupo americano One Time Blind onde representam isso.

Surpresos

Nós do Veshame Gospel tivemos uma grande surpresa de ter visto nosso blog citado nessa reportagem da Revista Época (veja a postagem mais abaixo). Nunca foi algo pretendido por nós, desde o início, alcançar popularidade na rede, muito menos a ponto de ser lembrados por uma revista de grande circulação nacional. Entretanto, agradecemos a Deus que isto tenha acontecido porque, no fim das contas, o nosso objetivo é que todos conheçam o evangelho e as falsificações dele, e que saibam distinguir muito bem entre as duas coisas, para que a verdade de Deus não passe por palhaçadas e mentiras.

O blog começou – pasme – como uma apresentação num datashow (feita na igreja em que parte de nós frequentamos) sobre aberrações e heresias do meio evangélico, as quais passavam por ortodoxia e eram rotuladas de “pregações do evangelho”, “louvores”, “ministrações”, “unções”, “ministérios” etc., inventadas e propagadas por pessoas ditas “evangélicas”, como uma forma a alertar nossos irmãos quanto ao risco de se aceitar, comprar e financiar tudo o que existe com a etiqueta “gospel” (ou “evangélica”) sem uma avaliação bíblica séria.

A apresentação virou blog, e o final vocês já sabem. A audiência na web foi realmente inesperada, crescente, e começamos a receber contatos, pedidos de matérias, perguntas, pedidos de aconselhamento, pedido de publicação de matérias prontas, parcerias etc. E percebemos, mais ainda, com o tempo, a seriedade do trabalho de ser blogueiros de Cristo, que é uma tarefa que exige tempo e responsabilidade (e nem sempre temos muito tempo de atualizar o blog, pois esta não é nossa ocupação principal e não o fazemos com intuito de lucro ou vaidade).

Apesar de este ser um blog crítico, ele também oferece alternativas e propostas dentro da ortodoxia e da cultura, um pouco de humor (porque ninguém é de ferro) e materiais para reflexão. Por isso, às vezes, não é bem visto por aguns “donos da verdade” que, vez por outra, nos atacam sem razão ou argumentos (ou com os velhos chavões batidos de versos bíblicos fora do contexto) ou insultam aos autores dos textos que publicamos.

Muitas vezes deixamos de publicar certos comentários dada a baixaria de que alguns crentes são capazes (curiosamente a maioria deles são anônimos ou com apelidos com termos espirituais) – esta é mais uma pequena modalidade de vexame gospel que você não vai ver, e que comprova: 1- que não vivemos avivamento algum; 2- que pouco há de mudança de vida no nosso meio “gospel”; 3- e que o número crescente de evangélicos do Censo aponta mais para a apostasia dos últimos tempos. Ossos do ofício.

Agradecemos a vocês a confiança, os comentários e o carinho dispensado, a sua companhia, e oramos para que nós e vocês possamos ser grandemente abençoados e usados por Deus para trazer um pouco de inteligência, bom-humor e bom-senso ao mundo gospel, a mensagem do evangelho às pessoas que precisam (ou seja, a todas as pessoas), e para que possamos fazer a diferença que a igreja precisa fazer e que o mundo espera de nós.

Um grande abraço a todos!

Equipe do Veshame.

A nova reforma protestante

Por Ricardo Alexandre
Matéria publicada na Revista Época

Rani Rosique não é apóstolo, bispo, presbítero nem pastor. É apenas um cirurgião geral de 49 anos em Ariquemes, cidade de 80 mil habitantes do interior de Rondônia. No alpendre da casa de uma amiga professora, ele se prepara para falar. Cercado por conhecidos, vizinhos e parentes da anfitriã, por 15 minutos Rosique conversa sobre o salmo primeiro (“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios”). Depois, o grupo de umas 15 pessoas ora pela última vez – como já havia orado e cantado por cerca de meia hora antes – e então parte para o tradicional chá com bolachas, regado a conversa animada e íntima.

Desde que se converteu ao cristianismo evangélico, durante uma aula de inglês em Goiânia em 1969, Rosique pratica sua fé assim, em pequenos grupos de oração, comunhão e estudo da Bíblia. Com o passar do tempo, esses grupos cresceram e se multiplicaram. Hoje, são 262 espalhados por Ariquemes, reunindo cerca de 2.500 pessoas, organizadas por 11 “supervisores”, Rosique entre eles. São professores, médicos, enfermeiros, pecuaristas, nutricionistas, com uma única característica comum: são crentes mais experientes.

Apesar de jamais ter participado de uma igreja nos moldes tradicionais, Rosique é hoje uma referência entre líderes religiosos de todo o Brasil, mesmo os mais tradicionais. Recebe convites para falar sobre sua visão descomplicada de comunidade cristã, vindos de igrejas que há 20 anos não lhe responderiam um telefonema. Ele pode ser visto como um “símbolo” do período de transição que a igreja evangélica brasileira atravessa. Um tempo em que ritos, doutrinas, tradições, dogmas, jargões e hierarquias estão sob profundo processo de revisão, apontando para uma relação com o Divino muito diferente daquela divulgada nos horários pagos da TV.

Estima-se que haja cerca de 46 milhões de evangélicos no Brasil. Seu crescimento foi seis vezes maior do que a população total desde 1960, quando havia menos de 3 milhões de fiéis espalhados principalmente entre as igrejas conhecidas como históricas (batistas, luteranos, presbiterianos e metodistas). Na década de 1960, a hegemonia passou para as mãos dos pentecostais, que davam ênfase em curas e milagres nos cultos de
igrejas como Assembleia de Deus, Congregação Cristã no Brasil e O Brasil Para Cristo. A grande explosão numérica evangélica deu-se na década de 1980, com o surgimento das denominações neopentecostais, como a Igreja Universal do Reino de Deus e a Renascer. Elas tiraram do pentecostalismo a rigidez de costumes e a ele adicionaram a “teologia da prosperidade”. Há quem aposte que até 2020 metade dos brasileiros professará à fé evangélica.

Dentro do próprio meio, levantam-se vozes críticas a esse crescimento. Segundo elas, esse modelo de igreja, que prospera em meio a acusações de evasão de divisas, tráfico de armas e formação de quadrilha, tem sido mais influenciado pela sociedade de consumo que pelos ensinamentos da Bíblia. “O movimento evangélico está visceralmente em colapso”, afirma o pastor Ricardo Gondim, da igreja Betesda, autor de livros como Eu creio, mas tenho dúvidas: a graça de Deus e nossas frágeis certezas (Editora Ultimato). “Estamos vivendo um momento de mudança de paradigmas. Ainda não temos as respostas, mas as inquietações estão postas, talvez para ser respondidas somente no futuro.”

Nos Estados Unidos, a reinvenção da igreja evangélica está em curso há tempos. A igreja Willow Creek de Chicago trabalhava sob o mote de ser “uma igreja para quem não gosta de igreja” desde o início dos anos 1970. Em São Paulo, 20 anos depois, o pastor Ed René Kivitz adotou o lema para sua Igreja Batista, no bairro da Água Branca – e a ele adicionou o complemento “e uma igreja para pessoas de quem a igreja não costuma gostar”. Kivitz é atualmente um dos mais discutidos pensadores do movimento protestante no Brasil e um dos principais críticos da“religiosidade institucionalizada”. Durante seu pronunciamento num evento para líderes religiosos no final de 2009, Kivitz afirmou: “Esta igreja que está na mídia está morrendo pela boca, então que morra. Meu compromisso é com a multidão agonizante, e não com esta igreja evangélica brasileira.”

Essa espécie de “nova reforma protestante” não é um movimento coordenado ou orquestrado por alguma liderança central. Ela é resultado de manifestações espontâneas, que mantêm a diversidade entre as várias diferenças teológicas, culturais e denominacionais de seus ideólogos. Mas alguns pontos são comuns. O maior deles é a busca pelo papel reservado à religião cristã no mundo atual. Um desafio não muito diferente do que se impõe a bancos, escolas, sistemas políticos e todas as instituições que vieram da modernidade com a credibilidade arranhada. “As instituições estão todas sub judice”, diz o teólogo Ricardo Quadros Gouveia, professor da Universidade Mackenzie de São Paulo e pastor da Igreja Presbiteriana do Bairro do Limão. “Ninguém tem dúvida de que espiritualidade é uma coisa boa ou que educação é uma coisa boa, mas as instituições que as representam estão sob suspeita.”

Uma das saídas propostas por esses pensadores é despir tanto quanto possível os ensinamentos cristãos de todo aparato institucional. Segundo eles, a igreja protestante (ao menos sua face mais espalhafatosa e conhecida) chegou ao novo milênio tão encharcada de dogmas, tradicionalismos, corrupção e misticismo quanto a Igreja Católica que Martinho Lutero tentou reformar no século XVI. “Acabamos nos perdendo no linguajar ‘evangeliquês’, no moralismo, no formalismo, e deixamos de oferecer respostas para nossa sociedade”, afirma o pastor Miguel Uchôa, da Paróquia Anglicana Espírito Santo, em Jaboatão dos Guararapes, Grande Recife. “É difícil para qualquer pessoa esclarecida conviver com tanto formalismo e tão pouco conteúdo.”

Uchôa lidera a maior comunidade anglicana da América Latina. Seu trabalho é reconhecido por toda a cúpula da denominação como um dos mais dinâmicos do país. Ele é um dos grandes entusiastas do movimento inglês Fresh Expressions, cujo mote é “uma igreja mutante para um mundo mutante”. Seu trabalho é orientar grupos cristãos que se reúnem em cafés, museus, praias ou pistas de skate.

De maneira genérica, esses grupos são chamados de “igreja emergente” desde o final da década de 1990. “O importante não é a forma”, afirma Uchôa. “É buscar a essência da espiritualidade cristã, que acabou diluída ao longo dos anos, porque as formas e hierarquias passaram a ser usadas para manipular pessoas. É contra isso que estamos nos levantando.”

No meio dessa busca pela essência da fé cristã, muitas das práticas e discursos que eram característica dos evangélicos começaram a ser considerados dispensáveis. Às vezes, até condenáveis (leia o quadro na última pág.). Em Campinas, no interior de São Paulo, ocorre uma das experiências mais interessantes de recriação de estruturas entre as denominações históricas. A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera não tem um templo. Seus frequentadores se reúnem em dois salões anexos a grandes condomínios da cidade e em casas ao longo da semana. Aboliram a entrega de dízimos e as ofertas da liturgia. Os interessados em contribuir devem procurar a secretaria e fazê-lo por depósito bancário – e esperar em casa um relatório de gastos. Os sermões são chamados, apropriadamente, de “palestras” e são ministrados com recursos multimídias por um palestrante sentado em um banquinho atrás de um MacBook. A meditação bíblica dominical é comumente ilustrada por uma crônica de Luis Fernando Verissimo ou uma música de Chico Buarque de Hollanda.

“Os seminários teológicos formam ministros para um Brasil rural em que os trabalhos são de carteira assinada, as famílias são papai, mamãe, filhinhos e os pastores são pessoas respeitadas”, diz Ricardo Agreste, pastor da Comunidade e autor dos livros Igreja? Tô fora e A jornada (ambos lançados pela Editora Socep). “O risco disso é passar a vida oferecendo respostas a perguntas que ninguém mais nos faz. Há muita gente séria, claro, dizendo verdades bíblicas, mas presas a um formato ultrapassado.”

Outro ponto em comum entre esses questionadores é o rompimento declarado com a face mais visível dos protestantes brasileiros: os neopentecostais. “É lisonjeador saber que atraímos gente com formação universitária e que nos consideram ‘pensadores’”, afirma Ricardo Agreste. “O grande problema dos evangélicos brasileiros não é de inteligência, é de ética e honestidade.” Segundo ele, a velha discussão doutrinária foi substituída por outra. “Não é mais uma questão de pensar de formas diferentes a espiritualidade cristã”, diz. “Trata-se de entender que há gente usando vocabulário e elementos de prática cristã para ganhar dinheiro e manipular pessoas.”

Esse rompimento da cordialidade entre os evangélicos históricos e os neopentecostais veio a público na forma de livros e artigos. A jornalista (evangélica) Marília Camargo César publicou no final de 2008 o livro Feridos em nome de Deus (Editora Mundo Cristão), sobre fiéis decepcionados com a religião por causa de abusos de pastores. O teólogo Augustus Nicodemus Lopes, chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, publicou O que estão fazendo com a Igreja: ascensão e queda do movimento evangélico brasileiro (Mundo Cristão), retrato desolador de uma geração cindida entre o liberalismo teológico, os truques de marketing, o culto à personalidade e o esquerdismo político. Em um recente artigo, o presidente do Centro Apologético Cristão de Pesquisas, João Flavio Martinez, definiu como “macumba para evangélico” as práticas místicas da Igreja Universal do Reino de Deus, como banho de descarrego e sabonete com extrato de arruda.

Tais críticas, até pouco tempo atrás, ficavam restritas aos bastidores teológicos e às discussões internas nas igrejas. Livros mais antigos – como Supercrentes, Evangélicos em crise, Como ser cristão sem ser religioso e O evangelho maltrapilho (todos da editora Mundo Cristão) – eram experiências isoladas, às vezes recebidos pelos fiéis como desagregadores. “Parece que a sociedade se fartou de tanto escândalo e passou a dar ouvidos a quem já levantava essas questões há tempos”, diz Mark Carpenter, diretor-geral da Mundo Cristão.

O pastor Kivitz – que publicou pela Mundo Cristão seus livros Outra espiritualidade e O livro mais mal-humorado da Bíblia – distingue essa crítica interna daquela feita pela mídia tradicional aos neopentecostais “A mídia trata os evangélicos como um fenômeno social e cultural. Para fazer uma crítica assim, basta ter um pouco de bom-senso. Essa crítica o (programa) CQC já faz, porque essa igreja é mesmo um escracho”, diz ele. “Eu faço uma crítica diferente, visceral, passional, porque eu sou evangélico. E não sou isso que está na televisão, nas páginas policiais dos jornais. A gente fica sem dormir, a gente sofre e chora esse fenômeno religioso que pretende ser rotulado de cristianismo.”

A necessidade de se distinguir dos neopentecostais também levou essas igrejas a reconsiderar uma série de práticas e até seu vocabulário. Pastores e “leigos” passam a ocupar o mesmo nível hierárquico, e não há espaço para “ungidos” em especial. Grandes e imponentes catedrais e “cultos shows” dão lugar a reuniões informais, em pequenos grupos, nas casas, onde os líderes podem ser questionados, e as relações são mais próximas. O vocabulário herdado da teologia triunfalista do Antigo Testamento (vitória, vingança, peleja, guerra, maldição) é reconsiderado. Para superar o desgaste dos termos, algumas igrejas preferem ser chamadas de “comunidades”, os cultos são anunciados como “reuniões” ou “celebrações” e até a palavra “evangélico” tem sido preterida em favor de “cristão” – o termo mais radical. Nem todo mundo concorda, evidentemente. “Eles (os neopentecostais) é que não deveriam ser chamados de evangélicos”, afirma o bispo anglicano Robinson Cavalcanti, da Diocese do Recife. “Eles é que não têm laços históricos, teológicos ou éticos com os evangélicos.”

Um dos maiores estudiosos do fenômeno evangélico no Brasil, o sociólogo Ricardo Mariano (PUC-RS), vê como natural o embate entre neopentecostais e as lideranças de igrejas históricas. Ele lembra que, desde o final da década de 1980, quando o neopentecostalismo ganhou força no Brasil, os líderes das igrejas históricas se levantaram para desqualificar o movimento. “O problema é que não há nenhum órgão que regule ou fale em nome de todos os evangélicos, então ninguém tem autoridade para dizer o que é uma legítima igreja evangélica”, afirma.

Procurado por ÉPOCA, Geraldo Tenuta, o Bispo Gê, presidente nacional da Igreja Renascer em Cristo, preferiu não entrar em discussões. “Jesus nos ensinou a não irmos contra aqueles que pregam o evangelho, a despeito de suas atitudes”, diz ele. “Desde o início, éramos acusados disto ou daquilo, primeiro porque admitíamos rock no altar, depois porque não tínhamos usos e costumes. Isso não nos preocupa. O que não é de Deus vai desaparecer, e não será por obra dos julgamentos.” A Igreja Universal do Reino de Deus – que, na terceira semana de julho, anunciou a construção de uma “réplica do Templo de Salomão” em São Paulo, com “pedras trazidas de Israel” e “maior do que a Catedral da Sé” – também foi procurada por ÉPOCA para comentar os movimentos emergentes e as críticas dirigidas à igreja. Por meio de sua assessoria, o bispo Edir Macedo enviou um e-mail com as palavras: “Sem resposta”.

O sociólogo Ricardo Mariano, autor do livro Neopentecostais: sociologia do novo pentecostalismo no Brasil (Editora Loyola), oferece uma explicação pragmática para a ruptura proposta pelo novo discurso evangélico. Ateu, ele afirma que o objetivo é a busca por uma certa elite intelectual, um público mais bem informado, universitário, mais culto que os telespectadores que enchem as igrejas populares. “Vivemos uma época em que o paciente pesquisa na internet antes de ir ao consultório e é capaz de discutir com o médico, questionar o professor”, diz. “Num ambiente assim, não tem como o pastor proibir nada. Ele joga para a consciência do fiel.”

A maior parte da movimentação crítica no meio evangélico acontece nas grandes cidades. O próprio pastor Kivitz afirma que “talvez não agisse da mesma forma se estivesse servindo alguma comunidade em um rincão do interior” e que o diálogo livre entre púlpito e auditório passa, necessariamente, por uma identificação cultural. “As pessoas não querem dogmas, elas querem honestidade”, diz ele. “As dúvidas delas são as minhas dúvidas. Minha postura é, juntos, buscarmos respostas satisfatórias a nossas inquietações.”

Por isso mesmo, Ricardo Mariano não vê comparação entre o apelo das novas igrejas protestantes e das neopentecostais. “O destino desses líderes será ‘pescar no aquário’, atraindo insatisfeitos vindos de outras igrejas, ou continuar falando para meia dúzia de pessoas”, diz ele. De acordo com o presbiteriano Ricardo Gouveia, “não há, ou não deveria haver, preocupação mercadológica” entre as igrejas históricas. “Não se trata de um produto a oferecer, que precise ocupar espaço no mercado”, diz ele. “Nossa preocupação é simplesmente anunciar o evangelho, e não tentar ‘melhorá-lo’ ou torná-lo mais interessante ou vendável.”

O advento da internet foi fundamental para pastores, seminaristas, músicos, líderes religiosos e leigos decidirem criar seus próprios sites, portais, comunidades e blogs. Um vídeo transmitido pela Igreja Universal em Portugal divulgando o Contrato da fé – um “documento”, “autenticado” pelos pastores, prometendo ao fiel a possibilidade de se “associar com Deus e ter de Deus os benefícios” – propagou-se pela rede, angariando toda sorte de comentários. Outro vídeo, em que o pregador americano Moris Cerullo, no programa do pastor Silas Malafaia, prometia uma “unção financeira dos últimos dias” em troca de quem “semear” um “compromisso” de R$ 900 também bombou na rede. Uma cópia da sentença do juiz federal Fausto De Sanctis condenando os líderes da Renascer Estevam e Sônia Hernandes por evasão de divisas circulou no final de 2009. De Sanctis afirmava que o casal “não se lastreia na preservação de valores de ética ou correção, apesar de professarem o evangelho”. “Vergonha alheia em doses quase insuportáveis” foi o comentário mais ameno entre os internautas.

Sites como Pavablog , Veshame Gospel , Irmãos.com , Púlpito Cristão , Caiofabio.net ou Cristianismo Criativo fazem circular vídeos, palestras e sermões e debatem doutrinas e notícias com alto nível de ousadia e autocrítica. De um grupo de blogueiros paulistanos, surgiu a ideia da Marcha pela ética, um protesto que ocorre há dois anos dentro da Marcha para Jesus (evento organizado pela Renascer). Vestidos de preto, jovens carregam faixas com textos bíblicos e frases como “O $how tem que parar” e “Jesus não está aqui, ele está nas favelas”.

A maior parte desses blogueiros trafega entre assuntos tão diversos como teologia, política, televisão, cinema e música popular. O trânsito entre o “secular” e o “sagrado” é uma das características mais fortes desses novos evangélicos. “A espiritualidade cristã sempre teve a missão de resgatar a pessoa e fazê-la interagir e transformar a sociedade”, diz Ricardo Agreste. “Rompemos o ostracismo da igreja histórica tradicional, entramos em diálogo com a cultura e com os ícones e pensamento dessa cultura e estamos refletindo sobre tudo isso.”

Em São Paulo, o capelão Valter Ravara criou o Instituto Gênesis 1.28, uma organização que ministra cursos de conscientização ambiental em igrejas, escolas e centros comunitários. “É a proposta de Jesus, materializar o amor ao próximo no dia a dia”, afirma Ravara. “O homem sem Deus joga papel no chão? O cristão não deve jogar.” Ravara publicou em 2008 a Bíblia verde, com laminação biodegradável, papel de reflorestamento e encarte com textos sobre sustentabilidade.

A então ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, escreveu o prefácio da Bíblia verde. Sua candidatura à Presidência da República angariou simpatia de blogueiros e tuiteiros, mas não o apoio formal da Assembleia de Deus, denominação a que ela pertence. A separação entre política e religião pregada por Marina é vista como um marco da nova inserção social evangélica. O vereador paulistano e evangélico Carlos Bezerra Jr. afirma que o dever do político cristão é “expressar o Reino de Deus” dentro da política. “É o oposto do que fazem as bancadas evangélicas no Congresso, que existem para conseguir facilidades para sua denominação e sustentar impérios eclesiásticos”, diz ele.

O raciocínio antissectário se espalhou para a música. Nomes como Palavrantiga, Crombie, Tanlan, Eduardo Mano, Helvio Sodré e Lucas Souza se definem apenas como “música feita por cristãos”, não mais como “gospel”. Eles rompem os limites entre os mercados evangélico e pop. O antissectarismo torna os evangélicos mais sensíveis a ações sociais, das parcerias com ONGs até uma comunidade funcionando em plena Cracolândia, no centro de São Paulo. “No fundo, nossa proposta é a mesma dos reformadores”, diz o presbiteriano Ricardo Gouveia. “É perceber o cristianismo como algo feito para viver na vida cotidiana, no nosso trabalho, na nossa cidadania, no nosso comportamento ético, e não dentro das quatro paredes de um templo.”

A teologia chama de “cristocêntrico” o movimento empreendido por esses crentes que tentam tirar o cristianismo das mãos da estrutura da igreja – visão conhecida como “eclesiocêntrica” – e devolvê-lo para a imaterialidade das coisas do espírito. É uma versão brasileiramente mais modesta do que a Igreja Católica viveu nos tempos da Reforma Protestante. Desta vez, porém, dirigida para a própria igreja protestante. Depois de tantos desvios, vozes internas levantaram-se para propor uma nova forma de enxergar o mundo. E, como efeito, de ser enxergadas por ele. Nas palavras do pastor Kivitz: “Marx e Freud nos convenceram de que, se alguém tem fé, só pode ser um estúpido infantil que espera que um Papai do Céu possa lhe suprir as carências. Mas hoje gostaríamos de dizer que o cristianismo tem, sim, espaço para contribuir com a construção de uma alternativa para a civilização que está aí. Uma sociedade que todo mundo espera, não apenas aqueles que buscam uma experiência religiosa”.
Clique para ampliar


Stênio Március - Fim de Tarde No Portão

Fim de Tarde No Portão
Stênio Március
Composição: Stênio Március




Fim de tarde no portão
A cabeça branca ao relento
Teimosia de paixão
Faz das cinzas renascer alento

Na estrada o seu olhar
Procurando um vulto conhecido
Espera um dia abraçar
Quem diziam já estar perdido

O seu amor é tão forte
Mais que o inferno e a morte
São torrentes que arrebentam o chão
Mais fácil secar os mares
Apagar a estrela antares
Que arrancar o amor de seu coração
Fim de tarde se debruça no portão

Mas um dia aconteceu
E o moço retornou mendigo
O pai depressa correu
E abraçou o filho tão querido

Tragam roupas e o anel
Calçem logo os seus pés, milagre!
Vinho do melhor tonel
Tanta alegria em mim não cabe

O seu amor é tão forte.....
Fim de tarde está deserto o portão


Veja outras belas canções da série "Ainda tem gente de Deus", clique aqui.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Lançada a pedra fundamental da réplica do Templo de Salomão da Igreja Universal


Milhares de pessoas estiveram presentes no terreno do Brás, hoje, domingo (08), às 9h30 da manhã, e também às 4:30 da tarde, onde será construída a réplica do Templo de Salomão.
Na concentração realizada pela manhã o bispo iniciou com uma canção, símbolo do Templo, fazendo, em seguida, uma pausa, dizendo que a parte da canção que mais lhe chama atenção é o trecho que fala “…todos que queriam podiam lá entrar…”, dando referência de que todos que quiserem poderão entrar no lugar. Disse também que a pessoa não precisa de ninguém para chegar até Deus. Onde ela estiver pode buscar a Sua presença.

Ele disse que com sinceridade Deus ouve a nossa oração. E isso independe de pecado; Ele ouve a oração da pessoa que tiver sinceridade em seu coração, porque é isso o que agrada a Deus. Por outro lado, a pessoa pode ser religiosa, não fazer mal a ninguém e ainda assim não agradar a Deus por ser fingida e não ser sincera.

O bispo falou ainda sobre a oração de Salomão: “Ouvi a tua oração e a tua súplica que fizeste perante mim…”(1 Reis 9:3) Segundo o bispo, “Deus ouviu a oração sincera de Salomão, mesmo sabendo que lá na frente ele iria se corromper com a idolatria. O seu pecado fez como Deus banisse o Seu povo do lugar em que estava, como já havia dito. E o mesmo tem acontecido com muitos ex-pastores, ex-obreiros e ex-membros, que têm saído da presença de Deus. No entanto, com a construção do Templo de Salomão essas pessoas terão a oportunidade de retornarem para Ele”, explicou.

Além disso, o bispo falou que o que mais glorifica a Deus é quando Ele vê uma pessoa necessitada sendo atendida e sua alma sendo salva.

Logo após esta palavra, foi dado início ao primeiro passo para a construção do Templo: o lançamento da pedra fundamental, a primeira pedra das milhares que serão assentadas na construção. Para isso, ele disse as mesmas palavras de Jesus a Pedro: “Também te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus 16:18). “A pedra não é Pedro e sim a fé no Deus vivo”, disse o bispo.

Ele pediu, em seguida, para que as pessoas estendessem as suas mãos e orou: “Essa pedra será aquela que salvará o povo que chegar até o lugar a partir de hoje.”

O bispo continuou explicando que “a Casa de Israel somos nós, o verdadeiro templo do Espírito Santo e o segredo para nos mantermos salvos é nos mantermos no Altar de Deus, na Sua presença”.

E aconselhou a todos ao dizer que “quem quiser paz está no lugar errado, pois o Altar é lugar de guerra”. Além disso, falou sobre pessoas que possuem fé apenas para garantir sua salvação eterna. Porém, para o bispo, há quem tenha fé para conquistar as promessas divinas, visto que na Bíblia há mais de 8 mil promessas relatadas. E é exatamente devido a isso que é “inadmissível uma pessoa viver na miséria, se ela crer em Deus!”, exclamou.

O bispo finalizou profetizando: “nós vamos construir o Templo aqui (em São Paulo) para nos alegrarmos. Os judeus, em Israel, lamentam por não terem um lugar para fazerem seus sacrifícios a Deus, mas todos nós vamos nos alegrar com a construção deste Templo”.

Em seguida, admitiu: “O meu sonho era que todos pudessem ir a Israel, mas isto é praticamente impossível. Se o povo brasileiro não pode ir a Israel, então, vamos trazer Israel para o Brasil”.

Já estou iaté imaginando o tamanho do gazofilácio!

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Clube de 1 milhão de almas... onde?


No começo de abril, o pastor Silas Malafaia, então ligado à Assembleia de Deus, lançou em parceria com outro pastor norte-americano, Mike Murdock, um plano para arrecadar R$ 1 bilhão. O dinheiro seria empregado em evangelização em todo o mundo e manutenção de programas de TV em pelo menos 140 países. Malafaia batizou o plano de “Clube de 1 milhão de Almas“. Cada fiel que aceitasse colaborar teria de doar R$ 1 mil.

Não desistam, falta bem pouquinho! =)

Thiago Matso que quer um milhão de visitas para o Profetirando

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Cantadas de crentes

Hahaha...
Cantada boa para usar após o culto. =)

Mais cantadas no Profetirando

A cura



Se por estarmos em Cristo
nós temos alguma motivação,
alguma exortação de amor,
alguma comunhão no Espírito,
alguma profunda afeição e compaixão,
completem a minha alegria,
tendo o mesmo modo de pensar,
o mesmo amor,
um só espírito
e
uma

atitude.
Nada façam por ambição egoísta
ou por vaidade,
mas
humildemente
considerem os outros
superiores a si mesmos.
Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros.
Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus,
que, embora sendo Deus não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se;
mas esvaziou-se a si mesmo,
vindo a ser servo
tornando-se semelhante aos homens.
E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo
e foi obediente
até a morte,
e morte de cruz!
Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome,
para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho,
nos céus,
na terra
e debaixo da terra,
e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor,
para a glória de Deus Pai.
Assim, meus amados, como sempre vocês obedeceram,
não apenas na minha presença, porém muito mais agora na minha ausência,
ponham em ação a salvação de vocês com
temor
e
tremor,
pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar,
de acordo com a boa vontade dele.
Façam tudo sem queixas nem discussões,
para que venham a tornar-se
puros
e
irrepreensíveis,
filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e depravada,
na qual vocês brilham como estrelas no universo,
retendo firmemente a palavra da vida.


Fonte: Blog do Sandro Baggio
 
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