domingo, 12 de setembro de 2010

História de nossos hinos e cânticos - A Última Hora - 259CC

Escrito em 1911. João Diener, estava trabalhando na tecelagem e pensava na mensagem proferida pelo missionário A. B. Deter no dia anterior. Seu trabalho tornou-se mecânico, enquanto aflorava em sua mente uma melodia nunca ouvida antes, mas muito clara. Repetiu a melodia várias vezes e, em sua casa, trabalhou a letra. Durante um período de desemprego, Diener foi amparado pelo missionário Deter e continuava a morar com eles. Ele pediu a Edith, filha de 13 anos do missionário, que lhe auxiliasse ao piano, e na partitura, enquanto ele compunha “voz por voz” a harmonia da melodia. João Diener cantou-a pela primeira vez na Igreja Batista do Alto da Serra, em São Paulo, num culto em que pregou o missionário William Buck Bagby.
 O pr. Francisco Cid, missionário da JMM (da Convenção Batista Brasileira), uma história comovente e dramática deste hino: “Certo domingo à tarde, vagueava um homem nas ruas da cidade de São Paulo. Depois de haver bebido durante o dia, se recostou para dormir num dos bancos da Praça Princesa Isabel, a mesma onde fica a primeira Igreja Batista. Passadas algumas horas, ele despertou. Já era noite. De longe lhe vinha aos ouvidos o cântico de um hino! E era seu hino! O hino era A Última Hora. Este homem, separado da família e longe de Deus, ainda trôpego e um tanto ébrio, se levantou daquele lugar frio e de abandono e marchou em direção ao templo. Quando entrou, o pr. Tertuliano Cerqueira se aproximava da porta, e daquele homem desalinhado e com forte cheiro de bebida alcoólica o cumprimentou e disse: ‘…Que mensagem de Deus tem este hino!’
 O pastor lhe respondeu: ‘Eu sei que o compositor foi alguém inspirado por Deus.’ Diener lhe disse, então: ‘Eu escrevi esse hino!’. Em seguida, mostrou ao pastor a sua identificação. Depois, o pr. Tertuliano levou Diener à sua casa, ouviu sua comovedora história e a manifestação daquele coração, que naquela noite havia se arrependido. João Diener reconstruiu o seu lar, que estava desfeito, reconciliando-se com sua mulher, e foi fiel ao Senhor até a sua partida.

2 comentários:

claudio disse...

INTERESSANTISSIMO

realmente um classico na historia crista

Edu Leal disse...

Graça e paz!
Muito bom sabermos essas histórias.
Parabéns!

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