domingo, 15 de agosto de 2010

Preso pastor acusado de abusar de menina de 12 anos



RIO - Um pastor evangélico acusado de pedofilia foi preso por policiais da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (Dcav), na manhã desta sexta-feira, na Zona Norte. Nelson Pereira Souza, de 54 anos, é pastor da 2ª Igreja Batista de Brás de Pina. Ele é acusado de ter abusado sexualmente de uma menina de 12 anos. Os abusos teriam acontecido durante dois anos, segundo informou o telejornal "RJTV".

Nelson foi abordado pelos policiais ao sair de sua casa no Jardim América para trabalhar como motorista de uma van de transporte escolar.

Segundo o titular da Delegacia de Criança e Adolescente Vítima (Dcav), Luiz Henrique Marques Pereira, o homem de 54 anos vinha sendo investigado há quatro meses, depois que pais de uma das crianças que usam o transporte denunciaram o motorista.

O homem, conhecido como "Tio Nelson", disse aos policiais que estava sendo preso por um caso ocorrido há seis anos. Mas de acordo com o delegado, o caso ocorreu há dois anos. O suspeito foi levado para a delegacia, onde vai prestar depoimento. A polícia ainda investiga se há outros casos de abuso sexual praticados pelo suspeito.

No início de junho, cerca de 30 policiais prenderam, na Favela do Mandela, em Bonsucesso, Zona Norte do Rio, um outro pastor evangélico acusado de pedofilia. O acusado levava meninas para dormir na sua casa e abusava delas. O pastor responde a dois inquéritos policiais. Em um deles, é suspeito de pagar crianças para fotografá-las nuas e manter relações sexuais com elas. No outro, é acusado de levar menores para casa depois dos cultos para cometer abuso sexual.

Na última quarta-feira, o caminhoneiro Luiz José da Silva Filho, de 36 anos, foi preso em flagrante na noite desta terça-feira, em São Cristóvão,Zona Norte, acusado de sequestrar três meninas de 12 e 13 anos, e abusar sexualmente de duas delas. Segundo a polícia, Luiz José deu carona para as meninas na Bahia e as trouxe à força para o Rio. Ele também é acusado de obrigar as menores a fazer programas.

Fonte: O Globo

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