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O sinhô é meu pastô e nada há de me fartá
Ele me faiz caminhá pelos verde capinzá
Ele tamém me leva pros corgos de água carma
Inda que eu tenha qui andá
nos buraco assombrado
lá pelas encruzinhada do capeta
não careço tê medo di nada
a-modo-de-quê Ele é mais forte que o “coisa-ruim”
Ele sempre nos aprepara uma boa bóia
na frente di tudo quanto é maracutaia
E é assim que um dia
quando a gente tivé mais-pra-lá-do-qui-pra-cá
nóis vai morá no rancho do sinhô
pra inté nunca mais se acabá...
5 comentários:
Esse foi bão...
Eita...issu aí é nois mesmu uai!!!
rsrsr
Achei esse poema (salmo regionalizado)maravilhoso. Deus abencoe a todos!
Adorei!
Nem só de pãozim di quêjo os hómi vai vivê. Mais da palavra oo Sinhô tomém!
Até maisi.
Adriana Melo
kkkkkkkkkkkkkkkk! Gostei
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