quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Sarmo 23 dos Minero




O sinhô é meu pastô e nada há de me fartá
Ele me faiz caminhá pelos verde capinzá
Ele tamém me leva pros corgos de água carma

Inda que eu tenha qui andá
nos buraco assombrado
lá pelas encruzinhada do capeta
não careço tê medo di nada
a-modo-de-quê Ele é mais forte que o “coisa-ruim”

Ele sempre nos aprepara uma boa bóia
na frente di tudo quanto é maracutaia

E é assim que um dia
quando a gente tivé mais-pra-lá-do-qui-pra-cá
nóis vai morá no rancho do sinhô
pra inté nunca mais se acabá...

5 comentários:

Mário Celso S Almeida disse...

Esse foi bão...

blogdaleilahh disse...

Eita...issu aí é nois mesmu uai!!!
rsrsr

João Paulo Fernandes disse...

Achei esse poema (salmo regionalizado)maravilhoso. Deus abencoe a todos!

Adriana Melo disse...

Adorei!
Nem só de pãozim di quêjo os hómi vai vivê. Mais da palavra oo Sinhô tomém!
Até maisi.

João Paulo Fernandes disse...

Adriana Melo

kkkkkkkkkkkkkkkk! Gostei

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