domingo, 3 de maio de 2009

O "Cristianismo" como o pior adversário do Evangelho...



O fato simples é que sem religião, Jesus é quase irresistível, quando exposto em Sua nudez de simplicidade.


Disse “quase irresistível” porque existem os que odeiam o bem e o bom.

Entretanto, na maioria das vezes, em qualquer lugar e cultura, a mera apresentação de Jesus, sem doutrinações, sem vínculos culturais, sem adereços e penduricalhos, o torna insuportavelmente desejável.

Infelizmente, salvo pequenos spots de total ignorância acerca da existência do “Cristianismo” [que é o maior dificultador de Jesus na Terra], Jesus não mais chega sem ter sido precedido pelo anti-testemunho do Evangelho feito pelo “Cristianismo” e sua história de morte, perseguições, corrupção e perversão do Evangelho.

Se a humanidade tivesse uma amnésia total acerca do “Cristianismo”, e Jesus, somente Ele, fosse pregado na simplicidade com a qual Ele mesmo anunciou o Evangelho, então, creia: uma explosão aconteceria.

O “Cristianismo”, todavia, inviabilizou o Evangelho como testemunho universal!

Assim, é a Religião dos Cristãos o poder mais cria antagonismo ao Evangelho entre os homens.

Os Judeus já teriam outra atitude frente ao Evangelho não fosse o Cristianismo.

O mesmo se pode dizer dos Islâmicos...

O mesmo se pode dizer dos Hindus e Budistas...; e de todos os demais grupos históricos importantes.

Os cultos Africanos caso não tivessem sido demonizados pelo “Cristianismo” das formas culturais, e pela impaciência religiosa do “crsistãos”, também não fariam resistência, assim como em geral os índios, quando apenas expostos ao Evangelho, não o rejeitam, antes abraçam Jesus como um menino abraça um amigo.

O “Cristianismo”, no entanto, historicamente, desfigurou Jesus de tal modo que Ele se tornou desprezível em muitos lugares, e não é por maldade humana, mas apenas pela impossibilidade de aceitar o estupro do pacote “cristão sem o espírito de Jesus”.

Desse modo, historicamente, até hoje, o pior inimigo de Jesus e do Evangelho na Terra foi o “Cristianismo”.

Sim, historicamente, quanto mais expansão do “Cristianismo”, mais dificuldades para o Evangelho de Jesus no mundo.

Quem conhece um mínimo que seja dos vasos comunicantes da História, sabe que não exagero nada.


Nele, que é Deus, e, portanto, nada tem a ver com o “Cristianismo”, assim como nada tem a ver com Religião, mas apenas com Vida e Amor,

Fonte: Caio Fábio

1 comentários:

Pr. Sérgio disse...

Caio Fábio, meu querido, renascido das cinzas, como é que você está? E onde está, qual estado, qual cidade, qual país, qual Igreja, qual ministério? Olha, de fato, no que o "cristianismo" se tornou, levou-o pra bem distante do Cristianismo bíblico. Os discípulos foram chamados pela primeira vez de "cristãos" em Antioquia. Mais tarde, podiam dizer:"se porém sofrer como cristão, não se envergonhe desse nome"! O Cristianismo é a religião dos que se parecem com Cristo, que nasceram de novo, que são novas criaturas, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, sal da terra e luz do mundo!!! São aqueles que, enquanto setores da antiga Igreja de Cristo formavam o Catolicismo Romano e passavam a comer das iguarias da mesa do rei Constantino, passavam para a clandestinidade e se tornariam cruelmente perseguidos, torturados, espancados e mortos nos tribunais da "santa" inquisição! Esses crentes, e tão somente eles, representavam o verdadeiro Cristianismo, meu caro Fábio. Até dos reformadores eles sofreram cruéis perseguições. Depois, com o passar do tempo, os sobreviventes conseguiram se juntar a outros grupos de dissidentes das Igrejas reformadas, estatais e custeadas pelo Estado, comprometidas com o "presente século" (pois o mundanismo sempre é atual) e fundaram novas Igrejas verdadeiramente cristãs em sua essência, fé e prática. Os próprios grupos reformados também buscaram mudanças, abriram o coração para o Espírito Santo e foram também visitadas. Hoje, as Igrejas fiéis ao fundamentalismo bíblico e à autoridade única e infalível da Palavra de Deus, estão espalhadas por aí. Mas não é difícil identificá-las. Nelas, não há endeusamento de ministros, não há "profetadas", não há culto bagunçado, não há exploração mercadológica da credulidade pública, seus locais de culto não são "discotecas gospel", ninguém é "ungido infalível", ninguém está acima da ordem, da decência e da disciplina. Também não se arrecadam fortunas com "desafios de fé" e não se consegue construir tão grandiosos templos e catedrais. Todos são livres para adorar a Deus "em espírito e verdade", com discernimento e controle absoluto de suas faculdades. Não existe a "unção do leão", a "unção do riso", a "unção dos quatro animais", mas a Bíblia diz que nós possuímos "a unção que vem do Santo"! Com essa unção, ninguém late como cachorro (a tal da "unção do cão", misericórdia!), ninguém cacareja como se fosse galinha, ninguém ruge como se fosse leão, ninguém se arrasta como se fosse cobra. Não temos "rosa ungida", "pulseira do poder", "lenço consagrado", "sopro divino", "paletó de poder", "campanha da prosperidade" "sapato de fogo", "sal grosso", "água milagrosa do rio Jordão", "unção dos sete óleos", "banhos de descarrego" "arruda", e inumeráveis outras aberrações de feitiçaria e superstições pagãs, rotuladas de "evangélicas". Os líderes, "bispos", "apóstolos", "bispas" e "apóstolas" desses movimentos, brigam uns com os outros por audiência e poder. Carros, casas, empregos, saúde, o mundo e o fundo, são oferecidos aos que querem se tornar membros e colaboradores financeiros desses impérios da fé. Mas...e o arrependimento? E o perdão dos pecados? E o compromisso com a cruz de Cristo? E a conversão? E o novo nascimento? E a fidelidade irrestrita à Palavra de Deus, como autoridade absoluta? Sim, meu caro Caio Fábio, esse "cristianismo" descaracterizado é, sim, o verdadeiro adversário do Evangelho, porque a mensagem do Evangelho "é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê"! Mas o autêntico CRISTIANISMO, ou seja, o modo de vida e prática de quem é nascido de novo e transformado pelo poder glorioso de Deus, sal da terra e luz do mundo, esse jamais será adversário do Evangelho! Pelo contrário, ele é a prova cabal do poder transformador do Evangelho!

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