terça-feira, 17 de março de 2009

Silas Malafaia ou camaleão "evangélico" ?


Agora observe o vídeo logo abaixo:

2 comentários:

carlossantos disse...

segunda parte:
Chegou um dia que tornei-me Pastor Evangelista, depois passei a ser Pastor Titular e comecei a pregar em muitos lugares, sobretudo em rua, praças, feiras, dentro de boates, em delegacias, penitenciárias etc. Chegou o momento de ir no Estado do Amapá onde tive a oportunidade de publicar um livro chamado “A batalha de Davi e o gigante filisteu” Depois publiquei outro livro chamado “Do exílio ao poder”. A partir de então tornei-me muito conhecido, foi justamente a partir desse momento que comecei a entrar pelo Rádio, Televisão, ter uma certa influência.


Eu tinha um grande desejo de fazer um trabalho de recuperação de jovens delinqüentes na cidade de Causueine. Um dia ao chegar da Rádio Difusora de Macapá, por volta das 11:30, tinha um irmão me esperando e sabia do meu grande desejo de ir aquela cidade fazer o trabalho que mencionei. Ele me disse: “Amanhã estarei indo em um garimpo perto daquela cidade e se o senhor quiser ir, eu deixo lá. Quando eu retornar a noite, eu pego o senhor e trago de volta”. Eu disse: “Não vai dar por agora pois estou sem recursos e não tenho dinheiro para fazer isso agora”. E ele disse assim: “Mas Pastor, não é o senhor que diz que para se fazer a obra de Deus não precisa de dinheiro?” Diante daquilo eu nunca gostei de ser desafiado por nada, sobretudo para fazer alguma coisa para Deus e eu disse a ele: “Pode passar que nós vamos juntos”.


Naquele dia eu estava com R$14,00, pois tinha pago R$86,00 ao sonoplasta da Rádio Difusora. Como eu tinha que fazer um trabalho muito grande, parecia uma brincadeira ir aquela cidade apenas com R$14,00, que mesmo assim, ainda deixei com minha esposa. Chegamos as 9:30 da manhã e ele deixou-me em frente a cachoeira, próximo a entrada da cidade, para me pegar a noite.


Ao chegar, eu tinha uma idéia de ir a casa do pastos, dizer o meu projeto e com certeza eu teria cama, mesa e banho até o horário de voltar. E então eu poderia conhecer a cidade.
Esse foi o meu plano, mas não sabia que o plano de Deus era outro na minha vida. E isso eu vim ter certeza quando cheguei, depois de informar-me onde era o templo da Assembléia de Deus e a casa pastoral. Ao chegar lá e saber que o pastor tinha viajado com a esposa e com a filha para uma outra cidade, fiquei apavorado e decepcionado, pois não conhecia ninguém. Mesmo assim eu dei uma volta pela cidade de Causueine, conversei com várias pessoas, dizendo o que eu era e o que pretendia fazer naquela cidade. Por volta de 11: 30 da manhã eu já estava com muita fome, cansado, com sono e comecei a sair da cidade. Cerca de uns 200 metros, fui descansar em baixo de uma árvore, pois o carro só viria a noite e assim poderia descansar um pouco.

carlossantos disse...

terceira parte
Naquele momento comecei a fazer um questionamento e pensei: “Meu Deus porque os seus filhos tem que sofrer tanto? A minha vida desde a infância foi nos teus caminhos, foi te servindo, foi te glorificando e vim aqui para fazer um trabalho justamente com crianças e jovens delinqüentes e eu estou aqui nesta situação com fome, sono, sem dinheiro, porquê? Porque seus filhos tem que sofrer tanto para fazer tua obra?”.
Neste momento, eu levanto a cabeça, numa distância de uns três metros estava uma mulher, morena, dos cabelos longos, com uma roupa branca que até hoje não sei dizer se era uma blusa ou saia ou um vestido. Ela disse assim: “Você está com fome?” Eu disse: “Sim, estou” Ela afirmou: “Você vai viajar”. Aproximou-se, colocou algo em minha mão direita, passou pelo meu lado esquerdo e não falou mais nada. Quando abri a mão, era simplesmente uma nota novinha de R$ 50 Reais. Ao ver aquilo eu caí de joelhos chorando. Não vi como esta mulher apareceu e desapareceu.


Enquanto eu estava de joelhos chorando, vai saindo um carro da cidade indo para Macapá. Era uma D20 de um senhor muito conhecido, o senhor Jacó. Quando ele me viu, parou o carro bruscamente e disse: “Pastor Sidney o que aconteceu?” Eu disse: “Nada” “Como não aconteceu nada? Disse ele, o senhor está chorando!”. Se for para Macapá eu lhe dou uma carona. Foi o 2º milagre que aconteceu. Contei o que havia acontecido e ele começou a chorar, ele é católico, então me disse: “Eu sei o que é isso, mas não adianta falar essas coisas para o senhor porque eu sei que não vai acreditar nisso”.
Cheguei oito horas da noite, contei tudo para minha esposa e logo depois fui para a Igreja. Contei tudo para o Pastor Moisés, Pastor Natanael, Pastor Sebastião. Nessa altura, eu não conseguia falar sem chorar. Eles concluíram: “Foi um Anjo, foi um Anjo”.


Passaram 02 anos e logo fui visitar meus familiares passando pela cidade de Santa Isabel no Pará, onde morava meu sogro. No dia 15 de Dezembro eu saí de manhã cedo para a oração no Templo Central e as 11:30 horas da manhã, eu parei debaixo de uma árvore, pois o sol estava muito quente, para descansar um pouco e chegar então de volta na casa de meu sogro.


Bem na entrada de Santa Isabel do Pará tem a imagem de Santa Isabel de Portugal que é a Padroeira da cidade. Sentei-me e coloquei a cabeça entre os dois joelhos. Quando levantei a cabeça e olhei para aquela imagem que estava em minha frente, algo diferente estava acontecendo ali. Pela frente da imagem tinha como que um manto amarelo, como se um fogo estivesse acesso. Aquele amarelo fogo sobre a coroa da imagem tinha uma bola vermelha, parecendo com o Sol. Entre a coroa e aquela bola vermelha, tinha a letra “A”, um traço e a letra “M”. Fiquei olhando aquilo num período de cinco minutos.


Exatamente nesta mesma hora, um cunhado meu estava passando por ali e oferece uma carona em sua bicicleta. Antes de eu ir a bicicleta, eu voltei o olhar para a imagem de Santa Isabel de Portugal, mas não tinha mais nada de diferente. Estava do mesmo jeito como estava anteriormente. Fiquei perturbado e confuso. Ao chegar na casa do meu sogro, contei tudo para minha esposa. Ela disse: “Você saiu em jejum de manhã cedo para orar, não foi?” Eu disse que sim! Ela então falou que o meu mal era fome. Disse que eu estava com fome e que tinha andado muito no sol quente e que isso fazia com que eu visse coisas.
Tomei banho, tomei café, almocei, dormi, a noite fomos a Igreja, voltamos, jantamos e dormimos. Nessa noite eu tive um sonho e neste sonho vi a mesma coisa que eu tinha visto meio dia naquela Imagem de Santa Isabel, do mesmo jeitinho eu estava debaixo daquela árvore.

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